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T-Shirt “Portugal – A Nossa Terra é NOSSA”

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A Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro tem a partir de hoje disponível para venda t-thirts com uma mensagem que se pretende forte e que não deixe dúvidas sobre aquilo que nos move; o amor incondicional à nossa terra e às nossas gentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

Esta é uma edição limitada a 50 peças, dos tamanhos S ao XXL.

O valor por peça será de 10€ para associados e 12€+portes de envio para simpatizantes.

Podem fazer a encomenda através do nosso e-mail: geral@portuguesesprimeiro.org

Autocolantes e Flyer

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Está disponível, desde o passado mês de Julho, nova propaganda P1º.

Se desejar receber este material em sua casa, contacte-nos através de geral@portuguesesprimeiro.org.

 

Flyer

 

 

 

 

 

 

 

 

Autocolantes

 

 

DEMOGRAFIA – A equação humana

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Um dos verdadeiros desafios da evolução na nossa sociedade ocidental, tem sido a forma como a equação humana balança o equilíbrio frágil que adquirimos; para o percebermos, e como se tem deteriorado, avançamos com estas perguntas, simples mas necessárias:

As populações crescem?
As populações rejuvenescem?
As populações envelhecem?

E se juntarmos a estas questões a imigração massiva que nos tem sido apresentada como um processo de rejuvenescimento da nossa população? Seremos ingénuos ao colocar estas questões? Na equação demográfica do mundo real, as populações crescem ou entram em declínio através de entradas e saídas numéricas, mas essencialmente pelo factor endógeno, ou seja, por via de nascimentos e mortes.
Para a Portugueses Primeiro, uma verdadeira forma de abordar a demografia Portuguesa seria apontar o estudo realmente aos nossos ascendentes e descendentes, ou seja, nascimentos e mortes (o aspecto migracional só fará parte de outro estudo, mais profundo, onde iremos envolver factores económicos e de incentivo ao desenvolvimento de zonas rurais através de um maior envolvimento natural no repovoamento das nossas zonas interiores, sempre visando a forma mais simples de aumentar os números: salvaguardar os nascimentos). A diferença entre nascimentos e mortes é o que se chama de Crescimento Natural.

Capturar

Como se pode ver no gráfico, neste momento temos poucos nascimentos e a nossa população tende a alcançar uma idade avançada, o que comprova que a nossa reposição populacional está a falhar; é por este processo de envelhecimento estar em curso sem que exista um apoio verdadeiro à natalidade que nos estamos a sujeitar a um processo de substituição populacional – sermos substituídos por massivas ondas imigratórias vindas de países que exportam o seu excesso populacional.
Esse é outro assunto. Voltando ao nosso cantinho demográfico, em Portugal morrem em média 1400 pessoas por semana, e existem 1600 nascimentos em média no mesmo período. Não se esqueçam que a mortalidade é transversal a todas as idades, ou seja, a breve trecho, o número de adultos em idade activa será menor que o da população que requer mais apoio social e que estarão a usufruir (merecidamente) dos impostos cobrados aos que trabalham que, por sua vez, se inibem em ter filhos, devido às parcas condições de que dispõem.

 

Quais são afinal os problemas que advêm de uma pirâmide
demográfica desequilibrada (envelhecimento da população sem renovação de gerações)?

1) Falta de mão-de-obra produtiva que financie o Estado social;
2) Falta de habilitação da mão-de-obra às novas tecnologias (os mais idosos, naturalmente, nunca estão tão aptos face às inovações emergentes);
3) Aumento dos custos com segurança social, reformas, saúde.. sem que se forme produtividade que os sustente;
4) Redução da capacidade de defesa nacional;
5) Risco de perda da matriz cultural, quando há mais nascimentos da população que entrou pela via da substituição populacional (imigrações massivas).

 

Propostas P1 para uma inversão desta problemática pirâmide, a nosso favor:

– Aumentar a licença de amamentação da criança até aos 6 meses mantendo a remuneração a 100%, até aos 12 meses a 75% e até aos 18 meses a 50%;

– Proporcionar às mães a possibilidade de trabalhar a partir de casa até aos 24 meses do bebé e/ou flexibilização dos horários até aos 4 anos de idade (através de acordos celebrados entre a mãe e a empresa, sempre que as características do trabalho o permitam);

– Alargar a rede de creches públicas. O número de creches subsidiadas (ou seja o pagamento da creche de acordo com os rendimentos declarados pelos pais) pelo Estado em Portugal é manifestamente insuficiente: todos o sabem e demonstram boas intenções quando convém, mas nada fazem para resolver o problema. Neste momento só tem acesso à creche de forma gratuita quem é de facto muito pobre ou quem tem a famosa “cunha”. Propomos através da defesa da escola pública, o alargamento da rede de creches para suprir esta necessidade.

– Reforçar em 10% os actuais valores dos abonos de família, actualizando nos anos posteriores indexando à evolução do nosso PIB.

– Criar um 4º escalão com direito a abono de família, cujo escalão de rendimentos seja superior a 1,5*IAS*14 e igual ou inferior a 1,7*IAS*14, ou seja, famílias cujo rendimento do ano de referência seja superior a 8803,63€ e igual ou inferior a 9,977,44€ (cálculos feitos com Indexante de Apoios Sociais (IAS) de 2015, ou seja, 419,22€).

– Atribuição em tempo útil do subsídio parental. Há casos de progenitores que esperam dois e três meses pelo pagamento devido. Não estamos a falar de uma “oferta”: os pais descontaram dos seus rendimentos e trabalham para ter acesso a esse direito.

– Suspender o abono quando o EE do jovem não comparece, injustificadamente, na escola onde o educando está matriculado, quando convocado oficialmente pela mesma. De acordo com a legislação actual, o abono pressupõe a matrícula no ensino. Ora, entendemos que o acto de matrícula deve ser encarado como uma responsabilidade da qual o educador não se pode alhear, e não como um simples acto avulso, sem significado, que apenas se processa para se auferir rendimentos do Estado durante 12 meses. É um “contrato” que para ser efectivo tem de ser cumprido por ambas as partes: o Estado disponibiliza o abono, e em troca o educador acompanha o seu educando.

– Activar mecanismos de protecção da habitação familiar, perante situações de incumprimento no pagamento de prestações relativas a empréstimos para aquisição de habitação quando um (ou ambos) elemento(s) da família se encontrar(em) em situação de desemprego ou trabalho precário.

– Revisão dos custos relacionados com a interrupção voluntária da gravidez. Estes custos são absurdamente altos, e visam permitir que se processe um aborto como forma de contraceptivo. Teoricamente, parece pouco compreensível que numa sociedade envelhecida e em que não há dinheiro para apoiar políticas de natalidade, se direccionem financiamentos públicos para a interrupção voluntária dessa natalidade. Mais incompreensível ainda são alguns custos associados a este fenómeno, e que o cidadão comum desconhece, como por exemplo o facto de não haver limite ao número de abortos por ano realizados pela mesma mulher, bem como o facto desta, se quiser dirigir-se de táxi ao hospital onde vai realizar o procedimento, ter direito a reembolso dessa despesa por parte do Estado; no entanto, uma grávida que opte por essa forma de se deslocar até ao hospital, terá de pagar esse mesmo táxi, do seu próprio bolso. Faz sentido? Para nós, não.

 

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