Category Archives: P1 na Rua!

Manifestação em Belém reclama demissões no Governo – P1º em directo!

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Depois das mais de 7 dezenas de mortos em Pedrogão, e dos mais de 40 contabilizados (até ao momento) nos incêndios que devastaram Portugal nos últimos dias, um grupo de cidadãos juntou-se em frente ao Palácio de Belém para exigir aquilo que já teria acontecido em qualquer país democrático: o assumir das responsabilidades políticas, e as consequentes demissões no governo.

A P1º esteve presente com alguns elementos (sem nada que os identificasse com a P1º, por forma a respeitar o carácter popular da manifestação), que se misturaram na multidão e um dos seus dirigentes, Nelson Silva, fez um directo para a RTP com palavras precisas e acutilantes.

PORTUGUESES PRIMEIRO!

As criminosas alterações à lei da nacionalidade e a ingerência política no SEF

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No seguimento do recente afastamento da Directora do SEF por pressões políticas protagonizadas publicamente pela coordenadora do Bloco de Esquerda, uma delegação da Associação Portugueses Primeiro esteve hoje na Direcção Regional do SEF, em Lisboa, onde fomos cordialmente recebidos pelo seu Director. Tivemos a oportunidade de entregar em mãos uma carta de solidariedade à Direcção demissionária e expressar a nossa séria preocupação pelas recentes alterações legislativas na lei da imigração, uma vez que acreditamos que não foram acauteladas as mais elementares medidas de bom senso em matéria de segurança, o que aliás, é partilhado pelo parecer negativo do próprio SEF.

O impacto e a gravidade desta alteração legislativa está agora apenas no início mas já fez disparar os pedidos de residência em mais de 1300% em poucas semanas.

Numa Europa assolada por uma das mais graves crises migratórias e securitárias de sempre, os efeitos da abertura de um canal de livre acesso à Europa a qualquer indivíduo que alegue uma promessa de contrato de trabalho é um convite certo à tragédia que tanto pode ocorrer em território nacional como em qualquer território do espaço Schengen, uma vez que, tendo esse indivíduo obtido com enorme facilitismo a documentação de residência em Portugal, poderá tranquilamente viajar pelo espaço europeu.

Não queremos e não aceitamos que partidos políticos actuem à margem dos elementares valores democráticos que tanto apregoam e possam desta forma condicionar o trabalho do SEF enquanto estratégia eleitoralista e sem qualquer preocupação com as consequências para a segurança dos cidadãos portugueses. Continuaremos atentos e esperamos medidas concretas que possam reverter esta deriva irresponsável no consenso sobre imigração que existia em Portugal.

 

Deixamos aqui o conteúdo da carta que entregámos, que foi disponibilizada também à comunicação social:

“A Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro, registada com NIF 513801405, vem por este meio manifestar a sua estupefacção e enorme preocupação face ao acto de ingerência política a que assistimos no passado dia 4 de Outubro: a demissão da directora do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Luísa Maia Gonçalves, por parte da sra. Ministra da Administração Interna, poucos dias depois do SEF ter emitido um parecer contrário à proposta de lei do governo que confere significativas alterações à lei da nacionalidade.

A Portugueses Primeiro não pode deixar de manifestar a sua total solidariedade, bem como especial agradecimento, ao pessoal do SEF, e em particular na pessoa da sua directora demissionária. É de realçar que no actual contexto de insegurança migratória, a nova Lei da imigração, aprovada por um governo em coligação com forças da extrema-esquerda e em contraciclo com o resto da Europa, veio sobrecarregar um SEF já de si deficitário em termos de recursos humanos e materiais.

De referir que, tal como tem sido noticiado por diversos órgãos de comunicação social, em apenas alguns dias após a entrada em vigor desta lei, tem-se assistido a uma explosão descontrolada no número de pedidos de residência em Portugal, vindo dar força ao parecer do SEF que alertava claramente para o perigo do efeito de chamada. Os números vieram validar a posição do SEF e desmentir os partidos que acusaram o SEF, em plena Assembleia da Repú- blica, de “alarmismo”. Inclusivamente, “A nova lei de estrangeiros está a obrigar o governo a conceder autorização de residência aos condenados inexpulsáveis” (DN, 2017-10-10).

Não hesitamos em denunciar publicamente os partidos de extrema-esquerda (BE, PCP + o seu satélite verde) que provocaram a ruptura do consenso político vigente em Portugal sobre imigração. Dados os riscos por demais conhecidos em relação ao actual clima de insegurança terrorista na Europa, é de extrema gravidade que estes partidos em conjunto com a maioria socialista tenham aprovado uma Lei que na prática permite a qualquer um entrar em Portugal, bastando para tal alegar uma “promessa de contrato de trabalho”. Só podemos explicar tal opção política como uma manobra puramente maquiavélica que passará certamente por legalizar centenas de milhar de indivíduos para a posterior obtenção de votos nas urnas. Tudo isto às custas da segurança dos cidadãos portugueses.

Subscrevo-me, com elevada estima,

 

5 de Outubro de 1143: Celebração de Portugal e… Auto-defesa contra os Racistas anti-Portugueses!

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5 de Outubro de 1143: assinado o Tratado de Zamora, diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela, sendo esta considerada por muitos como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina. Pode-se dizer que esta conferência foi o desfecho da outra realizada em Tui no ano de 1137, na qual já tinha sido assinada uma Paz. Esta seria certamente razão mais do que suficiente para irmos para a rua, mas a verdade é que, entretanto, “outros valores se levantaram”.

Na semana que antecedeu esta efeméride tivemos conhecimento que um grupo de extremistas do Bloco de Esquerda tencionava realizar uma actividade intitulada “Descolonizando”, a qual, diziam, pretendia denunciar o esclavagismo e colonialismo praticado pelos portugueses, agora louvado através da recém-inaugurada estátua do Padre António Vieira, no Largo Trindade Coelho, em Lisboa.

Cientes das reais intenções destes sujeitos – denegrir a Igreja Católica e incutir um sentimento de culpa nos portugueses – vários activistas da Associação Portugueses Primeiro, juntamente com membros da Associação Escudo Identitário e outros cidadãos, antecipámos-nos aos extremistas de esquerda, na sua maioria, como pudemos constatar, brasileiros e africanos, entre os quais o dirigente do hipócrita grupúsculo SOS Racismo, Mamadou Ba, ele próprio um senegalês sem ligações históricas ou familiares com Portugal, e ocupámos o perímetro frente à estátua, para desespero histérico dos racistas anti-portugueses que prontamente se queixaram aos agentes de autoridade presentes no local, que, por impeditivo legal, não puderam fazer nada, pelo facto da nossa presença ali obedecer aos direitos consagrados na constituição da república.

Assim, aquela que deveria ser uma manifestação de puro ódio anti-português não teve lugar e a dúzia de esquerdopatas, após perceberem que não abandonaríamos o local, optaram por debandar.

Nós, P1, reiteramos o compromisso de zelar pela nossa gloriosa memória histórica e afirmamos que estaremos atentos perante todas as actividades anti-nacionais e tudo faremos para as impedir. Não temos vergonha do nosso património histórico e identitário e não temos de pedir quaisquer desculpas retroactivas por acontecimentos passados.

Portugal é dos Portugueses! A Nossa Terra é Nossa!
Portugueses Primeiro!

Fica um pequeno registo gráfico e chamamos a atenção para a última fotografia, onde se percebe quem queria hoje destilar ódio anti-português em plena Lisboa.

REMEXIDO

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A associação cultural Remechido realizou, no passado dia 2 de Agosto, em Faro, uma homenagem a José Joaquim de Sousa Reis, mais conhecido por REMEXIDO pelo 179° aniversário da sua execução. Mártir algarvio, protector legalista do Algarve da invasão rebelde e estrangeira, fiel aos seus homens, seus comandantes e seu Rei, D. Miguel, combateu em táctica de guerrilha mesmo depois do fim da guerra por não ter sido amnistiado no fim da guerra civil portuguesa.

A acção contou com a colaboração da Associação Portugueses Primeiro e da Associação Cultural 25 Novembro.

 

Acção de Sensibilização – Solidariedade para com os Nossos

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No dia 13 de Julho a P1º levou a cabo uma acção de sensibilização com vista à necessidade de ajudar os mais desfavorecidos, os sem-abrigo, e os que tudo perderam nos mais recentes incêndios que fustigaram o país. Para o efeito, foi levada a cabo uma recolha de bens alimentares a serem distribuídos numa instituição de solidariedade.

Esta concentração serviu também de resposta à secção portuguesa da Amnistia Internacional, organização xenófila colaboracionista da invasão da Europa por imigrantes ilegais extra-europeus, servindo os interesses do grande capital que assim dispõe de uma enorme massa de mão-de-obra barata.

Os voluntários da AI pretendiam ter a praça do Rossio por sua conta das 17h às 21h, mas quando tiveram conhecimento de que também nós lá estaríamos, optaram por lá ir a uma outra hora, quando não estivesse lá ninguém – e conseguiram-no! Por medo do debate de ideias e dos nossos argumentos, preferiram ir para o Rossio quando não havia ninguém por lá…

Os colaboracionistas podem ter (ainda) o monopólio na comunicação social, mas a partir de hoje, deixaram de o ter nas Ruas.

Portugueses Primeiro!

 

 

10 de Junho – Homenagem aos nossos combatentes

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No dia de 10 Junho, dia de Portugal, a associação Portugueses Primeiro marcou presença em Belém, na tradicional homenagem aos combatentes caídos em combate na defesa da Pátria.

Esta acção teve por objectivo a divulgação da P1 entre as milhares de pessoas ali presentes, tendo sido, para o efeito, distribuídos centenas de folhetos. A isso acresce a participação de associados na deposição de uma coroa de flores junto do monumento.
Registamos neste vídeo 3 dos momentos mais significativos.

PORTUGUESES PRIMEIRO!

IMI: partidos políticos não pagam?!? Explicações precisam-se!

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Foi hoje entregue no Ministério das Finanças, sito na Praça do Comércio, uma missiva onde questionamos o sr. ministro acerca de uma situação que nos parece inexplicável e inadmissível: a isenção do IMI da qual beneficiam os partidos políticos. Não nos foi autorizado o registo fotográfico do momento da entrega, mas deixamos aqui, em jeito de carta aberta, o conteúdo do documento.

Concorda connosco? Não deixe de nos visitar e deixar mensagem na nossa página de Facebook, ou envie-nos email para geral@portuguesesprimeiro.org.

Exmo. Sr. Ministro das Finanças

Venho por este meio, em nome da Apostar na Identidade – Associação de Iniciativa Cívica, solicitar alguns esclarecimentos sobre o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), dado que, face a notícias recentes que têm vindo a público, muitas reacções de desagrado e incredulidade nos têm sido veiculadas, quer por associados nossos, quer por cidadãos comuns, com quem mantemos contacto.

Sabemos que existem já outras associações que solicitaram o fim da isenção do IMI e outras tributações sobre o património imobiliário dos partidos políticos, exigindo “maior e efectiva justiça fiscal”.

Escassas semanas antes da apresentação do Orçamento de Estado para 2017, foi anunciado que o Governo se prepara para introduzir um novo imposto sobre o património global. Para nós, parece-nos imprescindível que os partidos políticos com assento parlamentar e, sobretudo, aqueles que sustentam o Governo, clarifiquem se, efectivamente, defendem uma maior justiça fiscal, ou se esse é um jargão vazio que utilizam em declarações políticas inconsequentes para justificar sucessivos e incomportáveis aumentos de impostos sobre a propriedade privada e sobre a classe média, que têm vindo a praticar. Quanto ao governo em particular, cuja tónica na justiça/equidade fiscal tem sido constante, parece-nos haver aqui uma clara contradição entre aquilo que é passado para os holofotes da comunicação social, e o que de facto é aprovado e legislado.

No início de agosto, o governo manifestou a intenção de aumentar brutalmente a carga fiscal de IMI, quadruplicando os factores de localização e operacionalidade relativas que vão servir para aumentar o valor patrimonial tributável dos imóveis e, por conseguinte, do valor da receita fiscal. Convém clarificar, e salientar, que ao contrário do que, noutras situações, o governo tem sugerido, de que determinado imposto X ou Y afectará apenas os “mais ricos”, os que “devem ser chamados para contribuir neste momento difícil”, tal não se aplica de todo ao caso em análise. Para o bem ou para o mal, a verdade é que a maior parte dos portugueses é proprietária de imóveis para habitação própria permanente, e tal não se deve ao facto dessa maioria ser “rica”, mas sim pelo facto de Portugal – um caso suis generis na Europa – ter passado por um século de congelamento do mercado de arrendamento, factor ao qual se juntou as taxas de juro historicamente baixas e a enorme facilidade de crédito concedida pela banca durante cerca de duas décadas (anos 90 e mais de metade da década seguinte), o que proporcionou que não só os “ricos”, mas também a classe média, e até mesmo uma classe média-baixa, se tivessem tornado proprietárias de imóveis para habitação. Assim sendo, e seguindo um raciocínio lógico, há uma afirmação que nos parece credível de produzir: aumentar o IMI significa incidir um imposto directo sobre as poupanças de uma vida inteira de várias famílias portuguesas, logo, é algo que tem de ser muito bem ponderado a analisado, e verificar se, de facto este imposto está a ser justamente aplicado em todos os agentes económicos do país. Aliás, como se sabe, os únicos que não serão afectados por esta legislação são precisamente os “ricos”, que têm a capacidade de fraccionar o respectivo património por vários titulares, de modo a que nunca seja atingido, por acumulação, o valor patrimonial tributável, e na verdade, serão os proprietários trabalhadores da classe média, que não têm essa facilidade, os visados desta razia fiscal.

Recentemente, o semanário Expresso revelou que há 30,2 milhões de euros de património imobiliário detido pelos partidos políticos (dos quais 23 milhões pertencem aos três partidos que suportam o Governo) que está isento de IMI (e IMT), pelo benefício fiscal inscrito no artigo 10º da Lei do Financiamento dos Partidos Políticos (Lei 19/2003, de 20 de Junho), o qual também os isenta do imposto de selo e de qualquer futuro imposto sobre o património.

Rejeitamos, e de facto não conseguimos compreender, a razão para esta lei profundamente discriminatória em que os impostos da classe média servem para financiar as isenções fiscais de partidos grandes proprietários imobiliários, que não se coíbem de continuar a aumentar os impostos de que estão isentos, legislando em causa própria, servindo os próprios interesses.

Temos perfeito conhecimento e noção de que existem outras isenções, e que estas não se reduzem aos que muito se fala na comunicação social e redes sociais, onde normalmente só se mencionam os partidos políticos e igrejas. O Estatuto dos Benefícios Fiscais exclui do pagamento do IMI representações diplomáticas/consulares, instituições de Segurança Social e de Previdência, associações de agricultores, de comerciantes, de industriais e de profissionais independentes, pessoas colectivas de utilidade pública administrativa, associações desportivas e associações juvenis, sindicatos, misericórdias, instituições particulares de solidariedade social (IPSS), estabelecimentos de ensino particular do sistema educativo, sedes das colectividades de cultura e recreio, organizações não-governamentais e outro tipo de associações não lucrativas, a quem tenha sido reconhecida utilidade pública, também são abrangidas pela isenção. A exclusão aplica-se igualmente aos monumentos nacionais e os prédios “individualmente classificados como de interesse público ou de interesse municipal”. Ou aos prédios “exclusivamente afectos à actividade de abastecimento público de água às populações, de saneamento de águas residuais urbanas e de sistemas municipais de gestão de resíduos urbanos”, faltando nomear ainda, para completar a lista, as entidades licenciadas na Zona Franca da Madeira e da Zona Franca da ilha de Santa Maria.

Compreende-se que, analisando esta lista, sempre que determinada entidade/instituição tenha um interesse público revelante, quer seja pela sua função produtiva quer seja pelo seu carácter social para a sociedade, esta possa estar isenta. Em relação às igrejas, das quais tanto se fala, não defendemos a sua isenção pelo seu carácter religioso em si, pois entendemos que um Estado laico não deve financiar qualquer confissão religiosa, mas parece-nos mais importante analisar a sua função social na sociedade, e se esta justifica ou não a isenção. De acordo com a lei actual, relativamente às organizações religiosas, a lei prevê a isenção no que se refere “aos templos ou edifícios exclusivamente destinados ao culto ou à realização de fins não económicos com este directamente relacionados”. Desta forma, a isenção não é dada a todo e qualquer edifício, dependendo sempre da finalidade do imóvel. Assim sendo, não caímos no ataque simplista à isenção da igreja, motivado possivelmente por sectarismo ideológico, má-fé, ou puro desconhecimento da lei, mas julgamos que a situação destas entidades deve ser analisada de acordo com o seu valor social.

No que se refere aos partidos políticos, não conseguimos discernir qualquer função produtiva ou carácter social destas entidades para a sociedade. Alías, visto representarem grupos de interesse que defendem determinada forma de alcançar e exercer o poder, em oposição (mais ou menos moderada) a outros grupos de interesse, representam apenas uma determinada facção da população, em oposição a outras facções, eventualmente representadas em outros grupos políticos opositores, ou que nem sequer se sentem representadas em qualquer força política. Assim, não conseguimos compreender como se podem isentar estes grupos, por forma a sobrecarregar ainda mais as famílias e os trabalhadores.

Neste momento é o partido do governo, juntamente com as forças políticas que o apoiam, que tem agora nas suas mãos a responsabilidade de agir em conformidade com as suas declarações políticas, acabando com as isenções escandalosas – e incompreensíveis – de que beneficiam e passando a garantir todas as suas obrigações fiscais no que diz respeito ao imobiliário, tanto em sede de IMI, como de IMT, Imposto de Selo, e futuramente em sede do Imposto Global sobre Património, introduzido agora no OE 2017.

Mas se, de facto, há alguma justificação plausível para a isenção de IMI, IMT e selo de que beneficiam os partidos políticos, gostariamos então que nos fosse apresentada e explicada, visto que, infelizmente, essa explicação nunca foi tornada pública, até hoje, e como cidadãos livres, sentimos o direito – e a responsabilidade –  de a exigir dos nossos governantes.

Cordiais Saudações,

 

 

Acção de Rua na IC19

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No passado dia 3 de Setembro, um grupo de voluntários P1º efectuou uma pequena acção de propaganda na IC19, com exibição das nossas faixas “Portugueses Primeiro” e “Não à Invasão da Europa: a Imigração só serve o Capitalismo”, bem como distribuição de alguns panfletos da nossa associação.

Parabéns Dinamarca!

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A Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro entregou hoje uma carta na Embaixada do Reino da Dinamarca, em virtude das medidas aprovadas pelo parlamento dinamarquês no passado dia 25 de Janeiro que visam moderar e restringir a entrada de massiva de imigrantes extra-europeus no seu território.

De acordo com a informação disponível, as autoridades dinamarquesas passam a ter permissão para revistar bagagens e confiscar bens e objectos de valor acima dos 1300€ aos imigrantes, para além dos “refugiados” passarem a poder chamar os filhos dos países de origem apenas ao fim de 3 anos, e os imigrantes da Síria disporem de apenas um ano de protecção.

De acordo com um comunicado que é público, o governo dinamarquês apenas está a exigir aos imigrantes que financiem o Estado Social, como qualquer autóctone já o faz.

Este conjunto de medidas representa uma resistência e um exemplo a seguir para outros povos da Europa que estão a sofrer com os malefícios de uma invasão sem controlo.

A nossa – e vossa – associação tem um grupo de trabalho que está a preparar documentação sobre este assunto, com vista à formalização de uma proposta pública sobre esta problemática, adaptada à realidade nacional, e que será veiculada no momento oportuno. A nossa missiva à embaixada tem também como objectivo obter dados concretos sobre a fundamentação da proposta dinamarquesa, que constituirão certamente uma mais-valia para o documento que estamos a produzir.

Resta dizer que em Portugal, como é já costume, os nossos deputados levaram este assunto para a AR, passando a ideia (através da comunicação social a eles submetida) que os portugueses que lá trabalham estariam “em risco” e que poderiam ficar sem as suas poupanças – um disparate e uma estratégia de contra-informação sem qualquer fundamento. Uma triste figura.

Parabéns Dinamarca!

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