Category Archives: Identidade Europeia

Portugueses Primeiro e o “Brexit”

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A Associação Portugueses Primeiro congratula-se com o resultado do referendo britânico que culminou com a vitória do “Brexit”, isto é, a saída do Reino Unido desta falsa União Europeia. Uma vitória corajosa e lúcida do povo britânico e que espelha o divórcio consumado entre o povo laborioso e as elites governativas, cujo afastamento é notório há muito, porquanto essas referidas elites encaram os demais cidadãos como seus subalternos intercambiáveis nesta grande babel mercantilista em que transformaram a Europa.

Não temos dúvidas que a decisão do povo britânico conhece a ampla simpatia de muitos portugueses que desejam ver Portugal recuperar a sua soberania nacional, dispor plenamente dos seus recursos naturais e posição geográfica privilegiada, bem como vivermos de acordo com a nossa forma de ser e de estar, libertos das imposições de uma Comissão Europeia não-eleita, que actua de forma totalitária e que visa transformar o nosso continente num grande supermercado em que os europeus são concebidos como meros produtores/consumidores.

Enquanto associação assumimos-nos como europeístas, acreditamos na unidade da Europa e nos benefícios de uma estreita cooperação entre todos os europeus, algo bem distinto do presente laboratório liberal-marxista. Porém, o nosso enfoque são os portugueses e os interesses destes devem encontrar-se sempre no topo das nossas prioridades. Que os nossos detractores apelidem tal posição de egoísta, pouco nos importa, pois na mesma medida que cada um de nós defende a sua família, nós, enquanto associação, priorizamos a nossa grande família portuguesa, as suas inquietações e conveniências.

Portugueses Primeiro!

Parabéns Dinamarca!

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A Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro entregou hoje uma carta na Embaixada do Reino da Dinamarca, em virtude das medidas aprovadas pelo parlamento dinamarquês no passado dia 25 de Janeiro que visam moderar e restringir a entrada de massiva de imigrantes extra-europeus no seu território.

De acordo com a informação disponível, as autoridades dinamarquesas passam a ter permissão para revistar bagagens e confiscar bens e objectos de valor acima dos 1300€ aos imigrantes, para além dos “refugiados” passarem a poder chamar os filhos dos países de origem apenas ao fim de 3 anos, e os imigrantes da Síria disporem de apenas um ano de protecção.

De acordo com um comunicado que é público, o governo dinamarquês apenas está a exigir aos imigrantes que financiem o Estado Social, como qualquer autóctone já o faz.

Este conjunto de medidas representa uma resistência e um exemplo a seguir para outros povos da Europa que estão a sofrer com os malefícios de uma invasão sem controlo.

A nossa – e vossa – associação tem um grupo de trabalho que está a preparar documentação sobre este assunto, com vista à formalização de uma proposta pública sobre esta problemática, adaptada à realidade nacional, e que será veiculada no momento oportuno. A nossa missiva à embaixada tem também como objectivo obter dados concretos sobre a fundamentação da proposta dinamarquesa, que constituirão certamente uma mais-valia para o documento que estamos a produzir.

Resta dizer que em Portugal, como é já costume, os nossos deputados levaram este assunto para a AR, passando a ideia (através da comunicação social a eles submetida) que os portugueses que lá trabalham estariam “em risco” e que poderiam ficar sem as suas poupanças – um disparate e uma estratégia de contra-informação sem qualquer fundamento. Uma triste figura.

Parabéns Dinamarca!

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