Category Archives: Identidade Europeia

Manifesto Europa – Europeias 2019

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Em Maio de 2019 realizar-se-ão as eleições para o parlamento europeu, para as quais os partidos políticos já se preparam nas diversas “reentrés” deste mês de Setembro.

Infelizmente, em Portugal, por calculismo político, interesses pessoais/partidários ou mesmo ignorância, encara-se este sufrágio como uma eleição de segundo plano, em que não poucas vezes as forças político-partidárias envolvidas poluem o debate político sobre a Europa com questões puramente internas, e colocam candidatos de segunda escolha como cabeças-de-lista.

Na verdade, é na Europa que se define boa parte do nosso futuro e onde se esboçam princípios gerais que, posteriormente, cada Estado tem de adaptar à sua realidade, na medida do possível.

A Portugueses Primeiro não irá a votos, mas como grupo de cidadãos livres, elegemos um conjunto de pontos-chave que gostaríamos de ver debatidos e defendidos pelos partidos que irão a sufrágio.

Este Manifesto não é, nem pretende ser, um programa político ou um documento fechado, mas sim um ponto de partida em que lançamos questões que acreditamos serem essenciais para o nosso desenvolvimento.

Todos os pontos que aqui figuram estão devidamente fundamentados. Chamamos a vossa especial atenção para questões tão importantes como a Ferrovia, a Comissão do Futuro, e a PESCO.

Portugueses Primeiro!

Economia

Redução de impostos para pequenas e médias empresas, privilegiando assim os negócios familiares e locais. Redução da complexidade burocrática.

Fortalecimento do investimento público útil, nomeadamente no ensino, na saúde e na justiça, por forma a que o cidadão comum possa ter acesso a estes serviços públicos essenciais, com a qualidade devida e compatível face ao dinheiro despendido pelos contribuintes. Forte aposta nas creches públicas, abono de família, e outros benefícios sociais para as famílias que abraçam a natalidade.

Defesa de uma nova política económica virada para a exportação. Portugal é o único país europeu que exporta somente 40% do PIB, quando os outros países da nossa dimensão exportam entre 60% e 105% . Um dos pilares para esse desenvolvimento passará pela aposta na ferrovia, para um transporte de mercadorias rápido, moderno, económico e ecológico, adaptado à nossa realidade. Erradamente, os nossos governantes têm apostado no desenvolvimento da ferrovia sob bitola ibérica, isolando-nos, eliminando a possibilidade de comboios de outros países europeus entrarem em Portugal e beneficiarem de exportações e importações nacionais com os melhores preços, e tornando-nos totalmente dependentes de Espanha para as nossas transacções por essa via. Simultaneamente, o governo entrega o transporte interno de mercadorias à MEDWAY, empresa monopolista que tem 90% do mercado interno e tem assim caminho aberto para fixar os preços que bem entende. Propomos a inversão completa desta política, aproveitando o financiamento pela União Europeia, a fundo perdido, no valor de 85% dos custos para a construção de uma nova linha em bitola europeia, de Aveiro à fronteira, ligada à rede Espanhola em direcção ao centro da Europa.

Imigração

A nacionalidade herda-se, não se adquire, não se compra.

Abolição da actual lei da nacionalidade portuguesa, autêntico cavalo-de-Tróia em plena Europa, permitindo apenas que o trabalhador extra-europeu tenha visto de trabalho em Portugal caso se comprove a falta de mão-de-obra autóctone para a função. Este número de imigrantes económicos deverá ser tendencialmente residual e ter um carácter temporário. Abolição da permissão para estes trabalhadores temporários trazerem a família para o país. Abolição dos actuais fundos europeus para países que acolhem migrantes económicos (eufemisticamente conhecidos como “refugiados”) e das multas para os países que se recusam a acolhê-los. Eliminação das “lojas étnicas”, que pululam nas grandes cidades, destroem o comércio local, praticam evasão fiscal e funcionam como polos de apoio à imigração ilegal e lavagem de dinheiro.

Comissão do Futuro

De acordo com a OCDE, vão perder-se a breve trecho 13% dos empregos por causa da robotização e automatização de tarefas, apesar da possibilidade de uma parte deste valor poder ser compensado com o aparecimento de novos tipos de empregos/funções. Com base no relatório das Nações Unidas de Outubro de 2016, estima-se uma massificação apreciável da utilização de equipamentos automatizados que irão fazer desaparecer muitos empregos, nomeadamente os de mais baixas qualificações. Estes dados deitam por terra a tese de que Portugal e a Europa precisam de migrantes económicos extra-europeus para suprir necessidade laborais, visto este tipo de migrantes terem, esmagadoramente, qualificações académicas muito baixas.

O estudo e análise desta evolução na sociedade, as suas consequências imediatas, os investimentos necessários ao nível da Inteligência Artificial, as transformações que o sistema de ensino terá de sofrer para responder a essa sociedade são pontos que têm de ser trabalhados por uma equipa dedicada exclusivamente para este efeito. Para tal, propomos a criação da comissão europeia do futuro, que terá forçosamente as suas representações locais em cada um dos Estados-membro, por forma a prepararmos um novo modelo de organização política, económica, social e cultural.

Segurança

Apoiamos a criação de um mecanismo europeu comum de defesa por forma a agilizar e optimizar recursos e processos de segurança entre os vários países europeus. Como tal, apoiamos a adesão de Portugal à PESCO (Cooperação Estruturada Permanente) como membro-fundador. Defendemos no entanto que a participação dos diversos Estados neste projecto seja voluntária, respeitando assim a vontade e soberania nacionais, e que não seja permitido alocar mais do que 25% do orçamento da defesa para esta finalidade, por forma a garantir disponibilidades para investimentos nacionais.

Identidade Nacional

Todos os edifícios públicos terão de ostentar a bandeira nacional, substituindo a bandeira da UE. A Constituição deverá ser alterada por forma a incluir a noção de “prioridade nacional” e “interesse nacional” em todas as áreas. Instituição do programa Memória Nacional, que terá um carácter formativo e de enquadramento pessoal na história, costumes e tradições da nação, nomeadamente pela defesa da língua portuguesa e do ensino da história de Portugal e da Europa nas escolas e que deverá abolir todo e qualquer apoio, quer ele seja veiculado directamente pelo Estado ou através de entidades financiadas pelos contribuintes, a projectos ideológicos anti-nacionais que tenham como objectivo denegrir a nossa história, reescrevendo-a de acordo com perspectivas ideológicas desprovidas de fundamento científico.

Eu apoio os 5 de Poitiers!

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Foto de Associação Portugueses Primeiro.

Corria o ano de 732, quando Charles Martel repeliu uma invasão islâmica durante a Batalha de Tours, salvando desta forma a França e a Europa de um mais que provável domínio islâmico. Local: a cidade de Poitiers.

Nesta mesma cidade de Poitiers começou a ser construída, em 2012, uma mesquita. Imbuída de um estilo oriental flagrante e coroada por um minarete, ela constitui claramente uma forma de provocação. Além disso, o representante da mesquita faz parte da UOIF (antena francesa da Irmandade Muçulmana), uma organização islâmica poderosa e perigosa, proibida em vários países.

Posto isto, a Generation Identitaire sentiu necessidade de denunciar o crescente número de mesquitas em França e o perigo do fenómeno da islamização galopante que simbolizam. A Outubro de 2012 um grupo de resistentes ocupou o telhado deste futuro local de culto. Infelizmente, o futuro provou a sua intuição inicial. Estes identitários manifestaram-se no local onde estava a ser construída uma mesquita. Não profanaram nenhum local sagrado uma vez que a obra não estava terminada. Fizeram uso do seu direito à liberdade de expressão, valor tão nosso europeu, e tão estranho – e incompatível – aos valores da confissão que ali se quer instalar. Resistem para defender algo seu, a sua cultura, tradição e história, solicitando apenas uma simples reciprocidade: visto que nos países árabes não se podem construir igrejas, por que razão se devem construir (e financiar) mesquitas na Europa, ainda mais em locais de notório significado histórico? Os activistas que ocuparam pacificamente o espaço (pedindo um referendo sobre a questão da imigração descontrolada e a construção de mesquitas), foram detidos, constituídos arguidos e condenados a uma multa de 40.000 euros por danos. Também foram privados dos seus direitos civis e familiares durante 5 anos (alguns deles são pais). Isto constitui a forma mais severa de sentenças neste tipo de casos. A isto acrescem os drásticos custos legais e de viagens para o tribunal.

A P1º levou a cabo uma recolha de donativos e conseguiu transferir já 300€ para os correctos destinatários.

Portugueses Primeiro denuncia internacionalmente nova legislação de estrangeiros

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Tal como foi noticiado, no passado dia 13 de Outubro estivemos na delegação de Lisboa do SEF reunidos com o seu director regional, a quem comunicámos a nossa solidariedade e preocupação, tendo posteriormente sido realizada uma manifestação de rua simbólica para mostrar o nosso descontentamento face à actual lei.

Dado a manifesta tentativa de silenciamento por parte da comunicação social face a este gravíssimo problema, virámo-nos para o exterior, e iniciámos já um conjunto de contactos com diversas organizações europeias, desde partidos políticos a associações civis, passando por órgãos de comunicação social, por forma a alertar para os riscos que esta nova lei acarretam, não só para Portugal como para toda a Europa.

O nosso objectivo é claro: fazer com que seja a Europa a travar a loucura, a utopia, o fanatismo e o extremismo do nosso governo. E acreditamos que vamos conseguir.

Reproduzimos em seguida o texto que estamos a enviar às organizações europeias.

Last July the Portuguese parliament approved some major changes to our Immigration Law.
Along with the changes focused on removing some barriers to the foreigners who were born in Portugal and wish to obtain the Portuguese nationality, despite their parents not being Portuguese, the Immigration law allows now any foreigner to get residence permit just by showing a “promise of work”. No matter if such “promise” is real or not or if the immigrant will have a job or not, such “promise” is the only application required! Also, another appalling point: even if a foreigner has a criminal record he is free to enter and to live in Portugal – and he can not be expelled!

Unfortunately the bad news do not end here. Our Service of Foreigners and Customs, the responsible entity to control the flux of immigration, issued a formal position about this law, opposing to it, because the risks it involves to our country’s security. The Portuguese government, a socialist executive supported by the Communist Party and a Trotskyst Party, decided to silence this entity and fired its National Chairman on October 4th. Result: according to recent official statistics, thousands have asked for entrance in these last 3 months and our Service of Foreigners and Customs, lacking of human resources, have no way of filtering these requests!

This could be just a Portuguese problem if all our borders were closed, but they are not. This law transformed Portugal in Europe’s Trojan Horse, and soon it will affect all Europe, worsening the already serious situation concerning uncontrolled immigration and terrorism.

On October 13th representatives of our association visited this Service and had a meeting with the Regional Chairman. Also, we made a street demonstration in order to showing our discontent.

Unfortunately Portuguese mainstream media opted to remain in silence. As so and considering this is a serious issue for all Europe, we ask you to spread this data and force your own country to make pressure on our government. By doing that you will not only help Portuguese people, but you will help whole Europe. Europe cannot be some kind of Noah’s Ark. Europe must reject this suicidal population replacement issued by liberals and marxists.

Trully Yours,
The Portuguese People First Association President,
Rui Amiguinho

Um sketch humorístico, que afinal não o era!

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Ao visualizar este vídeo muitos irão, como nós, rir a bom rir com o que este senhor diz. No entanto, isto é muito grave, pois estas pessoas insanas acreditam mesmo nas mentiras que proferem. E que não haja ilusões: com uma ou outra ligeira nuance, o poder político que nos domina e os “especialistas” que nos são apresentados pela  comunicação social “de referência” seguem exactamente esta linha de pensamento, ou melhor dizendo, de delírio.

 

O Islão e os “Refugiados”: 13 respostas a 13 perguntas

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  1. “Devemos acolher os refugiados. Afinal, eles fogem deste mesmo terrorismo”

Errado. Desde logo, a maioria dos que chegam à Europa não provêm da Síria: vêm de outros países que não estão em guerra. O critério que os move é económico e, sendo assim, não há nada que diga que devam ser aceites em detrimento de outros. Porquê eritreus e não cambojanos, por exemplo? Mas, obviamente, nem uns nem outros. Se apenas procuram benefícios económicos não devem ser aceites. A prova de que é assim vê-se no facto de percorrerem meia Europa para se fixarem na Alemanha, Suécia e outros dos países mais ricos. Um verdadeiro refugiado procura segurança, antes de mais. Por isso, os verdadeiros estão em três países: Turquia, Jordânia e Líbano. E é aí que devem estar, pois é com esses países (e outros que não os aceitam) que mantêm afinidades culturais.

 

  1. “Os refugiados não são terroristas”

Na maior parte dos casos, não. Mas alguns são. Como não sabemos quais (nem temos forma de o aferir, dada a enorme quantidade de pretendentes), é prudente não receber ninguém. Afinal, se o princípio da precaução é tão utilizado numas coisas, porque não em outras? Além disso, como vimos, a maioria dos que procura a Europa não é refugiada.

 

  1. “A maioria dos muçulmanos é moderada”

Suponhamos que sim. Onde estão, então? Por que razão nunca os vemos nas ruas, em manifestações de solidariedade, quando se verificam atentados?

 

  1. “A imigração islâmica é compatível com a Europa. Há muitos países muçulmanos democráticos”

As culturas europeia e islâmica são incompatíveis. Todos os países muçulmanos que foram ou são democráticos tiveram lideranças laicas ou acabaram por derivar para o islamismo. A prova da incompatibilidade verifica-se também na forma como as minorias são tratadas no mundo islâmico onde continuam a viver subjugadas e sujeitas a todo o tipo de maus-tratos. É curioso que o mundo ocidental tenha lutado com afinco para acabar com o apartheid na África do Sul, mas permite que actualmente as minorias religiosas existentes no mundo islâmico sobrevivam numa realidade idêntica.

 

  1. “Em Portugal não há perigo. Há cá muçulmanos mas são pacíficos. Eu até tenho muitos amigos muçulmanos”

Óptimo. É bom ter amigos. Mas será que é assim? A ideologia islâmica permite o uso da táctica da dissimulação. Veja-se o caso de Maomé, exemplo a ser seguido por todos os muçulmanos: enquanto esteve em Meca manteve-se na defensiva. Depois da fuga para Medina, aí estabelecido, começou de imediato a eliminar adversários. Além disso, há que distinguir entre muçulmanos de facto e muçulmanos nominais. Comparemos com o catolicismo. Em Portugal há mais de 80% de católicos. Mas quantos o são, de facto? Quantos cumprem, realmente, com a prática católica e conhecem a doutrina? Podemos colocar, com as devidas reservas, pois no Islão não é concebível o “muçulmano não praticante”, a mesma questão em relação aos muçulmanos. Quantos dos que se dizem muçulmanos o são, realmente? Se formos ver esse aspecto talvez tenhamos de reconhecer que o islamismo é, efectivamente, violento.

 

  1. “Os terroristas interpretam mal o Islão e o Alcorão. A religião prega o amor e a paz, como as outras”

Errado. Uma leitura do Alcorão, da vida de Maomé e da tradição islâmica mostra que esta religião é violenta, agressiva e imperialista. A violência faz parte da sua essência.

 

  1. “A Igreja Católica também cometeu muitos crimes. Veja-se a Inquisição e as Cruzadas. E a pedofilia”

Vamos por partes: É hoje sabido que a Inquisição matou muito menos gente do que se supunha, e num contexto que tem de ser levado em linha de conta. Além disso, podemos observar na Igreja Católica uma evolução (chamamos-lhe assim) que levou ao abandono progressivo de práticas censuráveis – evolução que nunca se deu no Islão. A pedofilia não compromete a Igreja, mas sim quem a pratica. No máximo, poderemos dizer que a selecção de sacerdotes deveria ser mais eficaz. Mas se um professor é pedófilo, não diremos que todo o universo de professores o é. Com a Igreja também não podemos fazer essa generalização. Quanto ás Cruzadas, foram uma resposta muito localizada a uma expansão islâmica que já tinha quatro séculos. Além disso, mesmo que a Igreja, hoje, ainda andasse a matar pessoas, isso não serviria de desculpa. Não se pode justificar o mal próprio com o mal dos outros.

 

  1. “As religiões são todas iguais, não é só o islão que é violento”

Pode haver violência em outras religiões e, de facto, houve ao longo da história. Mas só o islão se expandiu pela força desde a fundação. Logo com Maomé existe essa violência. Ele é o único líder religioso que é, ao mesmo tempo, guerreiro. Todo o norte de África e Próximo Oriente eram território cristão. A Península Ibérica e os Balcãs também. O Norte da Índia foi conquistado pela força. A expansão islâmica faz-se, sistematicamente, pela guerra. E nos nossos dias mais de 90% dos conflitos mundiais têm a marca do Islão, que se enfrenta com diversas outras religiões. Aliás, que a religião islâmica é a razão fundamental por detrás do terrorismo vê-se no facto de só os árabes que professam tal religião serem responsáveis por atentados. Não vemos árabes cristãos ou ateus a fazerem-se explodir ou a atacar “infiéis”. Também não vimos expansão árabe antes do surgimento do islão. Até ao século VII a Arábia era habitada por judeus, cristãos e pagãos. Nunca foi uma potência expansionista. Com o aparecimento do islão a diversidade religiosa na península arábica termina e o islamismo impõe a sua lei.

 

  1. “Houve tempos em que o Islão foi uma civilização brilhante e tolerante. O Andalus é um exemplo. Só conhecemos a filosofia grega graças aos tradutores árabes”

Vamos por partes: o sistema social do Andalus impunha a divisão social tal como existe hoje no mundo islâmico. Os cristãos e judeus viviam em posição inferior, sendo apenas tolerados à custa de uma série de limitações na participação cívica e social. Símbolos distintivos na roupa, como a marca amarela que os nazis mais tarde recuperaram foram inventados pelos muçulmanos para serem aplicados aos judeus. O mito da tolerância islâmica não passa disso, de um mito, alimentado por quem tem interesse em que ele se mantenha: os próprios islâmicos e académicos simpatizantes da sua cultura ou simplesmente financiados por entidades do mundo islâmico. Quanto à questão da filosofia grega, ela era conhecida na Europa medieval: os textos aristotélicos circulavam, e havia alguns desconhecidos, algo que também se deve ao facto das preocupações iniciais da Idade Média não contemplarem o conteúdo de tais textos, pelo que só alguns dos trabalhos de Aristóteles interessavam aos pensadores da época. Além disso, boa parte do trabalho de tradução feito no mundo islâmico deveu-se a minorias cristãs que ainda lá viviam, como é o caso dos nestorianos (comunidade Cristã da Ásia).

 

  1. “Só há atentados terroristas porque os EUA e a Europa invadiram o Iraque e desestabilizaram a Síria”

Distingamos duas coisas: há um terrorismo que, de facto, cresceu à sombra da agitação causada pelas situações referidas. Mas antes disso já havia terrorismo islâmico. A justificação, na altura, era o conflito israelo-palestiniano e o apoio do Ocidente a Israel. Mas antes do aparecimento de Israel o Islão não era pacífico. O que demonstra que a violência se encontra enraizada nesta religião. Além disso, se tal argumento fosse válido, só os países envolvidos nos conflitos sírio e iraquiano seriam alvo de atentados. Mas verificamos que há terrorismo islâmico em países que nada têm a ver com tal situação, como é o caso da China, Tailândia, Filipinas, Quénia, Uganda, Nigéria, só para citar alguns.

 

  1. “Os terroristas não conhecem o Islão. São jovens excluídos e é por isso que aderem ao terrorismo”

Se a questão fosse a exclusão haveria terrorismo por todo o mundo desde que a humanidade surgiu. Os portugueses que foram para França, nos anos sessenta, eram excluídos e não andaram a fazer-se explodir. Nos nossos dias, os países mais pobres do mundo não são conhecidos, propriamente, por alimentarem o terrorismo. Se assim fosse, países como o Congo, a Serra Leoa e outros seriam viveiros de terroristas. Não é o caso.

 

  1. “Temos de acolher refugiados. Portugal também é um país de emigrantes”

Em primeiro lugar, os portugueses emigram, na esmagadora maioria, para trabalhar, não pondo em causa a ordem social e cultural dos países que os acolhem. Em segundo lugar, o facto de alguns portugueses emigrarem não vincula os que ficam a receber imigrantes. Não são responsáveis pela decisão da saída dos que partiram.

 

  1. “Esta situação está a ser aproveitada pela extrema-direita”

Não se trata de uma questão de aproveitamento por parte da extrema-direita, trata-se de factos. E os factos mostram que existe uma religião que é, ao mesmo tempo, um sistema politico e de vida. Um sistema totalitário que elimina os que se lhe opõem. No Islão não há lugar a homossexualidade (não são só socialmente ostracizados: são  torturados e enforcados) e não há lugar a qualquer tipo de “igualdade de género” (a mulher só existe e só tem relevância social na medida em que pertence ao seu marido). O discurso politicamente correcto fala na necessidade da diversidade, mas a realidade mostra que onde o Islão domina essa diversidade termina. Foi assim desde o início da história e continuará a ser porque o projecto islâmico contempla o domínio universal. Se a extrema-direita é a única a ver esta realidade o problema não está nela, mas sim em quem não quer ver as coisas como elas são e prefere embarcar em ficções.

A propaganda racista do “Público”, e a história de Portugal ficcionada

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Foi publicado no domingo, 17 de Julho, no Público online, um artigo profundamente racista, escrito por quatro pessoas, auto-intituladas: “Professor; Investigadora e activista; Tradutor; Antropólogo” https://www.publico.pt/portugal/noticia/da-celebracao-ao-combate-1738445.

As incorrecções do artigo apresentado são tais que, de facto, num exame rigoroso e científico, o texto seria liminarmente chumbado. O artigo de “opinião” não passa disso mesmo: uma opinião, sem fundamento histórico ou científico, que muito grave se torna quando é oriundo de um “professor”. Ah, mas são também “activistas”, e de facto, este texto é pura propaganda – racista.

A falta de rigor encontramos em pequenos detalhes como por exemplo, no primeiro parágrafo, em que os autores falam da fome e da miséria das grandes vagas migratórias durante o “regime fascista português”. Em primeiro lugar, esta conotação do “fascista”, aceita-se como propaganda política, nunca de académicos. A nível da ciência política, nunca houve qualquer “fascismo” em Portugal, mas sim um  regime denominado Estado Novo, que pode ser considerado como nacional-conservador, ou um corporativismo católico, mas não fascista. Ignorância ou má-fé dos autores do artigo? Também não se compreende a referência às “grandes vagas migratórias” como se tivesse sido um caso único na história, quando se estima que, nos últimos 10 anos em Portugal, a percentagem de população a emigrar terá sido superior à da década de 60. Com uma agravante: boa parte dos que saem são quadros formados, e não pessoas de baixa formação académica.

Despudorada também é a já conhecida “cassete” que se segue, “(…) exaltando o passado dito glorioso dos “descobrimentos”, que na verdade não corresponde senão a séculos de pilhagem colonial e imperial dos nossos territórios de origem, e de redução dos nossos povos à indignidade da escravidão (…)”. Isto daria pano para mangas, mas está à vista o resultado desta pilhagem… como diria Rainer Deinhardt “nenhum outro império conseguiu o que os portugueses alcançaram”, referindo-se exactamente ao facto de, em pleno europeu de futebol, a esmagadora maioria desses povos “escravizados” e “pilhados” torcer fervorosamente pela bandeira portuguesa. Será masoquismo? De facto, o fanatismo ideológico de alguns “activistas” que têm uma agenda muito própria não conseguirá nunca apagar séculos de integração levados a cabo pelos portugueses. Mas basta dar alguns rápidos exemplos dessas “pilhagens”, pois é com factos que se desmascaram  os “revisionistas”. No caso do Brasil, quando este fazia parte do nosso Reino, apenas 20% de toda a riqueza produzida naquele território vinha para a metrópole, o resto ficava na colónia, para desenvolvimento da mesma. Haverá outro povo colonizador que o tenha feito? Haverá alguma nação islâmica que o tenha feito, quando conquistava outros povos? Em todos os territórios ultramarinos foi criada uma Constituição (que a grosso modo, se manteve até hoje) e já durante a segunda metade do século XX, foi notório o esforço para desenvolvimento de infraestruturas em Angola ou Moçambique, bem como a preparação de quadros locais, com vista a uma crescente autonomia. Apesar da propaganda, não há registo de esforços semelhantes de integração e desenvolvimento noutros casos de colonização. E quanto a pilhagens, não esquecer todos os portugueses que tiveram de fugir destes territórios após o 25A, deixando para trás tudo aquilo por que trabalharam uma vida inteira. O que lá deixaram, não foi distribuído pelas populações: ficou antes nas mãos de meia-dúzia de sobas que, em boa parte dos territórios (e a terra-natal do sr. Éder é um excelente exemplo) procederam a limpezas étnicas de uma crueldade sem limites. Mas desse racismo convém não falar.

Também não compreendemos por que razão não são mencionados os flagrantes casos de exploração e discriminação laboral levados a cabo em Angola, em pleno século XXI, pelos Chineses face a trabalhadores angolanos. Será que estes “intelectuais de gabinete” desconhecem o que se passa no terreno, ou convenientemente ocultam mais este facto, por os chineses não fazerem parte dessa erva daninha da humanidade que é o “Europeu branco”?

Quando os autores referem que “O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches, de William Carvalho, de Éder, de Nani e de Ricardo Quaresma”, assumem de facto todo o seu ódio visceral à população branca. Para eles, não há um único português branco que seja um bom exemplo. É a cartilha: o branco é mau, muito mau! E isto não é racismo.

E então os autores tornam-se comediantes, quando referem “(…) essas autênticas colónias internas onde se concentram as populações não-brancas, nas quais vigora um estado de excepção permanente, e onde uma polícia militarizada se comporta como um exército ocupante levando a cabo, com total impunidade (…)”. Não conseguimos discernir se autores estão a relatar uma história de ficção científica, ou talvez a relatar um sonho (pesadelo?) que tiveram. As pessoas que estão nestas colónias não-brancas, não foram lá colocadas propositadamente. Não. Foram elas, na maior parte dos casos, que, de forma ilegal, ergueram uma habitação, ou aceitaram uma habitação social oferecida pelo dinheiro dos contribuintes. E ao que parece, os autores ainda são mal-agradecidos! Como se sabe, os índices de criminalidade associados a estas “colónias” são altíssimos. Em muitas destas “colónias”, a polícia não consegue entrar, o que é uma situação fantástica: uma porção do território nacional onde um grupo de indivíduos impede as forças de segurança de entrar. Os portugueses que emigraram para França, que os autores referem no início, foram para lá trabalhar, lutar pela vida, e nunca estiveram à espera que lhes oferecessem fosse o que fosse. Neste caso, estes indivíduos das “colónias”, por não serem brancos, parece não terem esse dever – nem esse nem nenhum outro.

E depois os autores rematam com “(…) É tempo de quebrar este pesado silêncio, e passar da celebração a um combate sem tréguas, por um país que ofereça a todos os seus habitantes real igualdade de oportunidades (…)”. Pois é. Mas o que estas pessoas pretendem está longe de ser uma “igualdade de oportunidades”, pois essa, existe desde há muito. O que pretendem é uma “discriminação racial positiva”, em que um cidadão, por ser não-branco, terá sempre mais direitos do que o branco, justificando-se esta discriminação com supostos “racismos”, “xenofobias”, e sabe-se lá mais o quê.

Já agora, onde se formaram o Professor, a Investigadora e activista, o Tradutor e o Antropólogo? Em Portugal? Formaram-se num país tão terrível? E talvez até o tenham feito com apoio Estatal. Mas a verdade é muito simples: se não estão bem, mudem-se! Por que razão não regressam aos vossos países de origem? Estes indivíduos não passam de agentes colonizadores da Europa, que pretendem fazer desaparecer por completo a matriz cultural europeia – e porque não dizê-lo com todas as letras – destruir o homem branco na sua própria terra. Como eles bem dizem, é um “combate sem tréguas” . Pois é. Da nossa parte, esperamos que haja Portugueses Brancos prontos a combater estes racistas.