Category Archives: Identidade Europeia

Portugueses Primeiro denuncia internacionalmente nova legislação de estrangeiros

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Tal como foi noticiado, no passado dia 13 de Outubro estivemos na delegação de Lisboa do SEF reunidos com o seu director regional, a quem comunicámos a nossa solidariedade e preocupação, tendo posteriormente sido realizada uma manifestação de rua simbólica para mostrar o nosso descontentamento face à actual lei.

Dado a manifesta tentativa de silenciamento por parte da comunicação social face a este gravíssimo problema, virámo-nos para o exterior, e iniciámos já um conjunto de contactos com diversas organizações europeias, desde partidos políticos a associações civis, passando por órgãos de comunicação social, por forma a alertar para os riscos que esta nova lei acarretam, não só para Portugal como para toda a Europa.

O nosso objectivo é claro: fazer com que seja a Europa a travar a loucura, a utopia, o fanatismo e o extremismo do nosso governo. E acreditamos que vamos conseguir.

Reproduzimos em seguida o texto que estamos a enviar às organizações europeias.

Last July the Portuguese parliament approved some major changes to our Immigration Law.
Along with the changes focused on removing some barriers to the foreigners who were born in Portugal and wish to obtain the Portuguese nationality, despite their parents not being Portuguese, the Immigration law allows now any foreigner to get residence permit just by showing a “promise of work”. No matter if such “promise” is real or not or if the immigrant will have a job or not, such “promise” is the only application required! Also, another appalling point: even if a foreigner has a criminal record he is free to enter and to live in Portugal – and he can not be expelled!

Unfortunately the bad news do not end here. Our Service of Foreigners and Customs, the responsible entity to control the flux of immigration, issued a formal position about this law, opposing to it, because the risks it involves to our country’s security. The Portuguese government, a socialist executive supported by the Communist Party and a Trotskyst Party, decided to silence this entity and fired its National Chairman on October 4th. Result: according to recent official statistics, thousands have asked for entrance in these last 3 months and our Service of Foreigners and Customs, lacking of human resources, have no way of filtering these requests!

This could be just a Portuguese problem if all our borders were closed, but they are not. This law transformed Portugal in Europe’s Trojan Horse, and soon it will affect all Europe, worsening the already serious situation concerning uncontrolled immigration and terrorism.

On October 13th representatives of our association visited this Service and had a meeting with the Regional Chairman. Also, we made a street demonstration in order to showing our discontent.

Unfortunately Portuguese mainstream media opted to remain in silence. As so and considering this is a serious issue for all Europe, we ask you to spread this data and force your own country to make pressure on our government. By doing that you will not only help Portuguese people, but you will help whole Europe. Europe cannot be some kind of Noah’s Ark. Europe must reject this suicidal population replacement issued by liberals and marxists.

Trully Yours,
The Portuguese People First Association President,
Rui Amiguinho

Um sketch humorístico, que afinal não o era!

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Ao visualizar este vídeo muitos irão, como nós, rir a bom rir com o que este senhor diz. No entanto, isto é muito grave, pois estas pessoas insanas acreditam mesmo nas mentiras que proferem. E que não haja ilusões: com uma ou outra ligeira nuance, o poder político que nos domina e os “especialistas” que nos são apresentados pela  comunicação social “de referência” seguem exactamente esta linha de pensamento, ou melhor dizendo, de delírio.

 

O Islão e os “Refugiados”: 13 respostas a 13 perguntas

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  1. “Devemos acolher os refugiados. Afinal, eles fogem deste mesmo terrorismo”

Errado. Desde logo, a maioria dos que chegam à Europa não provêm da Síria: vêm de outros países que não estão em guerra. O critério que os move é económico e, sendo assim, não há nada que diga que devam ser aceites em detrimento de outros. Porquê eritreus e não cambojanos, por exemplo? Mas, obviamente, nem uns nem outros. Se apenas procuram benefícios económicos não devem ser aceites. A prova de que é assim vê-se no facto de percorrerem meia Europa para se fixarem na Alemanha, Suécia e outros dos países mais ricos. Um verdadeiro refugiado procura segurança, antes de mais. Por isso, os verdadeiros estão em três países: Turquia, Jordânia e Líbano. E é aí que devem estar, pois é com esses países (e outros que não os aceitam) que mantêm afinidades culturais.

 

  1. “Os refugiados não são terroristas”

Na maior parte dos casos, não. Mas alguns são. Como não sabemos quais (nem temos forma de o aferir, dada a enorme quantidade de pretendentes), é prudente não receber ninguém. Afinal, se o princípio da precaução é tão utilizado numas coisas, porque não em outras? Além disso, como vimos, a maioria dos que procura a Europa não é refugiada.

 

  1. “A maioria dos muçulmanos é moderada”

Suponhamos que sim. Onde estão, então? Por que razão nunca os vemos nas ruas, em manifestações de solidariedade, quando se verificam atentados?

 

  1. “A imigração islâmica é compatível com a Europa. Há muitos países muçulmanos democráticos”

As culturas europeia e islâmica são incompatíveis. Todos os países muçulmanos que foram ou são democráticos tiveram lideranças laicas ou acabaram por derivar para o islamismo. A prova da incompatibilidade verifica-se também na forma como as minorias são tratadas no mundo islâmico onde continuam a viver subjugadas e sujeitas a todo o tipo de maus-tratos. É curioso que o mundo ocidental tenha lutado com afinco para acabar com o apartheid na África do Sul, mas permite que actualmente as minorias religiosas existentes no mundo islâmico sobrevivam numa realidade idêntica.

 

  1. “Em Portugal não há perigo. Há cá muçulmanos mas são pacíficos. Eu até tenho muitos amigos muçulmanos”

Óptimo. É bom ter amigos. Mas será que é assim? A ideologia islâmica permite o uso da táctica da dissimulação. Veja-se o caso de Maomé, exemplo a ser seguido por todos os muçulmanos: enquanto esteve em Meca manteve-se na defensiva. Depois da fuga para Medina, aí estabelecido, começou de imediato a eliminar adversários. Além disso, há que distinguir entre muçulmanos de facto e muçulmanos nominais. Comparemos com o catolicismo. Em Portugal há mais de 80% de católicos. Mas quantos o são, de facto? Quantos cumprem, realmente, com a prática católica e conhecem a doutrina? Podemos colocar, com as devidas reservas, pois no Islão não é concebível o “muçulmano não praticante”, a mesma questão em relação aos muçulmanos. Quantos dos que se dizem muçulmanos o são, realmente? Se formos ver esse aspecto talvez tenhamos de reconhecer que o islamismo é, efectivamente, violento.

 

  1. “Os terroristas interpretam mal o Islão e o Alcorão. A religião prega o amor e a paz, como as outras”

Errado. Uma leitura do Alcorão, da vida de Maomé e da tradição islâmica mostra que esta religião é violenta, agressiva e imperialista. A violência faz parte da sua essência.

 

  1. “A Igreja Católica também cometeu muitos crimes. Veja-se a Inquisição e as Cruzadas. E a pedofilia”

Vamos por partes: É hoje sabido que a Inquisição matou muito menos gente do que se supunha, e num contexto que tem de ser levado em linha de conta. Além disso, podemos observar na Igreja Católica uma evolução (chamamos-lhe assim) que levou ao abandono progressivo de práticas censuráveis – evolução que nunca se deu no Islão. A pedofilia não compromete a Igreja, mas sim quem a pratica. No máximo, poderemos dizer que a selecção de sacerdotes deveria ser mais eficaz. Mas se um professor é pedófilo, não diremos que todo o universo de professores o é. Com a Igreja também não podemos fazer essa generalização. Quanto ás Cruzadas, foram uma resposta muito localizada a uma expansão islâmica que já tinha quatro séculos. Além disso, mesmo que a Igreja, hoje, ainda andasse a matar pessoas, isso não serviria de desculpa. Não se pode justificar o mal próprio com o mal dos outros.

 

  1. “As religiões são todas iguais, não é só o islão que é violento”

Pode haver violência em outras religiões e, de facto, houve ao longo da história. Mas só o islão se expandiu pela força desde a fundação. Logo com Maomé existe essa violência. Ele é o único líder religioso que é, ao mesmo tempo, guerreiro. Todo o norte de África e Próximo Oriente eram território cristão. A Península Ibérica e os Balcãs também. O Norte da Índia foi conquistado pela força. A expansão islâmica faz-se, sistematicamente, pela guerra. E nos nossos dias mais de 90% dos conflitos mundiais têm a marca do Islão, que se enfrenta com diversas outras religiões. Aliás, que a religião islâmica é a razão fundamental por detrás do terrorismo vê-se no facto de só os árabes que professam tal religião serem responsáveis por atentados. Não vemos árabes cristãos ou ateus a fazerem-se explodir ou a atacar “infiéis”. Também não vimos expansão árabe antes do surgimento do islão. Até ao século VII a Arábia era habitada por judeus, cristãos e pagãos. Nunca foi uma potência expansionista. Com o aparecimento do islão a diversidade religiosa na península arábica termina e o islamismo impõe a sua lei.

 

  1. “Houve tempos em que o Islão foi uma civilização brilhante e tolerante. O Andalus é um exemplo. Só conhecemos a filosofia grega graças aos tradutores árabes”

Vamos por partes: o sistema social do Andalus impunha a divisão social tal como existe hoje no mundo islâmico. Os cristãos e judeus viviam em posição inferior, sendo apenas tolerados à custa de uma série de limitações na participação cívica e social. Símbolos distintivos na roupa, como a marca amarela que os nazis mais tarde recuperaram foram inventados pelos muçulmanos para serem aplicados aos judeus. O mito da tolerância islâmica não passa disso, de um mito, alimentado por quem tem interesse em que ele se mantenha: os próprios islâmicos e académicos simpatizantes da sua cultura ou simplesmente financiados por entidades do mundo islâmico. Quanto à questão da filosofia grega, ela era conhecida na Europa medieval: os textos aristotélicos circulavam, e havia alguns desconhecidos, algo que também se deve ao facto das preocupações iniciais da Idade Média não contemplarem o conteúdo de tais textos, pelo que só alguns dos trabalhos de Aristóteles interessavam aos pensadores da época. Além disso, boa parte do trabalho de tradução feito no mundo islâmico deveu-se a minorias cristãs que ainda lá viviam, como é o caso dos nestorianos (comunidade Cristã da Ásia).

 

  1. “Só há atentados terroristas porque os EUA e a Europa invadiram o Iraque e desestabilizaram a Síria”

Distingamos duas coisas: há um terrorismo que, de facto, cresceu à sombra da agitação causada pelas situações referidas. Mas antes disso já havia terrorismo islâmico. A justificação, na altura, era o conflito israelo-palestiniano e o apoio do Ocidente a Israel. Mas antes do aparecimento de Israel o Islão não era pacífico. O que demonstra que a violência se encontra enraizada nesta religião. Além disso, se tal argumento fosse válido, só os países envolvidos nos conflitos sírio e iraquiano seriam alvo de atentados. Mas verificamos que há terrorismo islâmico em países que nada têm a ver com tal situação, como é o caso da China, Tailândia, Filipinas, Quénia, Uganda, Nigéria, só para citar alguns.

 

  1. “Os terroristas não conhecem o Islão. São jovens excluídos e é por isso que aderem ao terrorismo”

Se a questão fosse a exclusão haveria terrorismo por todo o mundo desde que a humanidade surgiu. Os portugueses que foram para França, nos anos sessenta, eram excluídos e não andaram a fazer-se explodir. Nos nossos dias, os países mais pobres do mundo não são conhecidos, propriamente, por alimentarem o terrorismo. Se assim fosse, países como o Congo, a Serra Leoa e outros seriam viveiros de terroristas. Não é o caso.

 

  1. “Temos de acolher refugiados. Portugal também é um país de emigrantes”

Em primeiro lugar, os portugueses emigram, na esmagadora maioria, para trabalhar, não pondo em causa a ordem social e cultural dos países que os acolhem. Em segundo lugar, o facto de alguns portugueses emigrarem não vincula os que ficam a receber imigrantes. Não são responsáveis pela decisão da saída dos que partiram.

 

  1. “Esta situação está a ser aproveitada pela extrema-direita”

Não se trata de uma questão de aproveitamento por parte da extrema-direita, trata-se de factos. E os factos mostram que existe uma religião que é, ao mesmo tempo, um sistema politico e de vida. Um sistema totalitário que elimina os que se lhe opõem. No Islão não há lugar a homossexualidade (não são só socialmente ostracizados: são  torturados e enforcados) e não há lugar a qualquer tipo de “igualdade de género” (a mulher só existe e só tem relevância social na medida em que pertence ao seu marido). O discurso politicamente correcto fala na necessidade da diversidade, mas a realidade mostra que onde o Islão domina essa diversidade termina. Foi assim desde o início da história e continuará a ser porque o projecto islâmico contempla o domínio universal. Se a extrema-direita é a única a ver esta realidade o problema não está nela, mas sim em quem não quer ver as coisas como elas são e prefere embarcar em ficções.

A propaganda racista do “Público”, e a história de Portugal ficcionada

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Foi publicado no domingo, 17 de Julho, no Público online, um artigo profundamente racista, escrito por quatro pessoas, auto-intituladas: “Professor; Investigadora e activista; Tradutor; Antropólogo” https://www.publico.pt/portugal/noticia/da-celebracao-ao-combate-1738445.

As incorrecções do artigo apresentado são tais que, de facto, num exame rigoroso e científico, o texto seria liminarmente chumbado. O artigo de “opinião” não passa disso mesmo: uma opinião, sem fundamento histórico ou científico, que muito grave se torna quando é oriundo de um “professor”. Ah, mas são também “activistas”, e de facto, este texto é pura propaganda – racista.

A falta de rigor encontramos em pequenos detalhes como por exemplo, no primeiro parágrafo, em que os autores falam da fome e da miséria das grandes vagas migratórias durante o “regime fascista português”. Em primeiro lugar, esta conotação do “fascista”, aceita-se como propaganda política, nunca de académicos. A nível da ciência política, nunca houve qualquer “fascismo” em Portugal, mas sim um  regime denominado Estado Novo, que pode ser considerado como nacional-conservador, ou um corporativismo católico, mas não fascista. Ignorância ou má-fé dos autores do artigo? Também não se compreende a referência às “grandes vagas migratórias” como se tivesse sido um caso único na história, quando se estima que, nos últimos 10 anos em Portugal, a percentagem de população a emigrar terá sido superior à da década de 60. Com uma agravante: boa parte dos que saem são quadros formados, e não pessoas de baixa formação académica.

Despudorada também é a já conhecida “cassete” que se segue, “(…) exaltando o passado dito glorioso dos “descobrimentos”, que na verdade não corresponde senão a séculos de pilhagem colonial e imperial dos nossos territórios de origem, e de redução dos nossos povos à indignidade da escravidão (…)”. Isto daria pano para mangas, mas está à vista o resultado desta pilhagem… como diria Rainer Deinhardt “nenhum outro império conseguiu o que os portugueses alcançaram”, referindo-se exactamente ao facto de, em pleno europeu de futebol, a esmagadora maioria desses povos “escravizados” e “pilhados” torcer fervorosamente pela bandeira portuguesa. Será masoquismo? De facto, o fanatismo ideológico de alguns “activistas” que têm uma agenda muito própria não conseguirá nunca apagar séculos de integração levados a cabo pelos portugueses. Mas basta dar alguns rápidos exemplos dessas “pilhagens”, pois é com factos que se desmascaram  os “revisionistas”. No caso do Brasil, quando este fazia parte do nosso Reino, apenas 20% de toda a riqueza produzida naquele território vinha para a metrópole, o resto ficava na colónia, para desenvolvimento da mesma. Haverá outro povo colonizador que o tenha feito? Haverá alguma nação islâmica que o tenha feito, quando conquistava outros povos? Em todos os territórios ultramarinos foi criada uma Constituição (que a grosso modo, se manteve até hoje) e já durante a segunda metade do século XX, foi notório o esforço para desenvolvimento de infraestruturas em Angola ou Moçambique, bem como a preparação de quadros locais, com vista a uma crescente autonomia. Apesar da propaganda, não há registo de esforços semelhantes de integração e desenvolvimento noutros casos de colonização. E quanto a pilhagens, não esquecer todos os portugueses que tiveram de fugir destes territórios após o 25A, deixando para trás tudo aquilo por que trabalharam uma vida inteira. O que lá deixaram, não foi distribuído pelas populações: ficou antes nas mãos de meia-dúzia de sobas que, em boa parte dos territórios (e a terra-natal do sr. Éder é um excelente exemplo) procederam a limpezas étnicas de uma crueldade sem limites. Mas desse racismo convém não falar.

Também não compreendemos por que razão não são mencionados os flagrantes casos de exploração e discriminação laboral levados a cabo em Angola, em pleno século XXI, pelos Chineses face a trabalhadores angolanos. Será que estes “intelectuais de gabinete” desconhecem o que se passa no terreno, ou convenientemente ocultam mais este facto, por os chineses não fazerem parte dessa erva daninha da humanidade que é o “Europeu branco”?

Quando os autores referem que “O nosso Portugal é o de Patrícia Mamona, de Pepe, de Bruno Alves, de Eliseu, de Danilo, de João Mário, de Renato Sanches, de William Carvalho, de Éder, de Nani e de Ricardo Quaresma”, assumem de facto todo o seu ódio visceral à população branca. Para eles, não há um único português branco que seja um bom exemplo. É a cartilha: o branco é mau, muito mau! E isto não é racismo.

E então os autores tornam-se comediantes, quando referem “(…) essas autênticas colónias internas onde se concentram as populações não-brancas, nas quais vigora um estado de excepção permanente, e onde uma polícia militarizada se comporta como um exército ocupante levando a cabo, com total impunidade (…)”. Não conseguimos discernir se autores estão a relatar uma história de ficção científica, ou talvez a relatar um sonho (pesadelo?) que tiveram. As pessoas que estão nestas colónias não-brancas, não foram lá colocadas propositadamente. Não. Foram elas, na maior parte dos casos, que, de forma ilegal, ergueram uma habitação, ou aceitaram uma habitação social oferecida pelo dinheiro dos contribuintes. E ao que parece, os autores ainda são mal-agradecidos! Como se sabe, os índices de criminalidade associados a estas “colónias” são altíssimos. Em muitas destas “colónias”, a polícia não consegue entrar, o que é uma situação fantástica: uma porção do território nacional onde um grupo de indivíduos impede as forças de segurança de entrar. Os portugueses que emigraram para França, que os autores referem no início, foram para lá trabalhar, lutar pela vida, e nunca estiveram à espera que lhes oferecessem fosse o que fosse. Neste caso, estes indivíduos das “colónias”, por não serem brancos, parece não terem esse dever – nem esse nem nenhum outro.

E depois os autores rematam com “(…) É tempo de quebrar este pesado silêncio, e passar da celebração a um combate sem tréguas, por um país que ofereça a todos os seus habitantes real igualdade de oportunidades (…)”. Pois é. Mas o que estas pessoas pretendem está longe de ser uma “igualdade de oportunidades”, pois essa, existe desde há muito. O que pretendem é uma “discriminação racial positiva”, em que um cidadão, por ser não-branco, terá sempre mais direitos do que o branco, justificando-se esta discriminação com supostos “racismos”, “xenofobias”, e sabe-se lá mais o quê.

Já agora, onde se formaram o Professor, a Investigadora e activista, o Tradutor e o Antropólogo? Em Portugal? Formaram-se num país tão terrível? E talvez até o tenham feito com apoio Estatal. Mas a verdade é muito simples: se não estão bem, mudem-se! Por que razão não regressam aos vossos países de origem? Estes indivíduos não passam de agentes colonizadores da Europa, que pretendem fazer desaparecer por completo a matriz cultural europeia – e porque não dizê-lo com todas as letras – destruir o homem branco na sua própria terra. Como eles bem dizem, é um “combate sem tréguas” . Pois é. Da nossa parte, esperamos que haja Portugueses Brancos prontos a combater estes racistas.

Portugueses Primeiro e o “Brexit”

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A Associação Portugueses Primeiro congratula-se com o resultado do referendo britânico que culminou com a vitória do “Brexit”, isto é, a saída do Reino Unido desta falsa União Europeia. Uma vitória corajosa e lúcida do povo britânico e que espelha o divórcio consumado entre o povo laborioso e as elites governativas, cujo afastamento é notório há muito, porquanto essas referidas elites encaram os demais cidadãos como seus subalternos intercambiáveis nesta grande babel mercantilista em que transformaram a Europa.

Não temos dúvidas que a decisão do povo britânico conhece a ampla simpatia de muitos portugueses que desejam ver Portugal recuperar a sua soberania nacional, dispor plenamente dos seus recursos naturais e posição geográfica privilegiada, bem como vivermos de acordo com a nossa forma de ser e de estar, libertos das imposições de uma Comissão Europeia não-eleita, que actua de forma totalitária e que visa transformar o nosso continente num grande supermercado em que os europeus são concebidos como meros produtores/consumidores.

Enquanto associação assumimos-nos como europeístas, acreditamos na unidade da Europa e nos benefícios de uma estreita cooperação entre todos os europeus, algo bem distinto do presente laboratório liberal-marxista. Porém, o nosso enfoque são os portugueses e os interesses destes devem encontrar-se sempre no topo das nossas prioridades. Que os nossos detractores apelidem tal posição de egoísta, pouco nos importa, pois na mesma medida que cada um de nós defende a sua família, nós, enquanto associação, priorizamos a nossa grande família portuguesa, as suas inquietações e conveniências.

Portugueses Primeiro!

Parabéns Dinamarca!

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A Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro entregou hoje uma carta na Embaixada do Reino da Dinamarca, em virtude das medidas aprovadas pelo parlamento dinamarquês no passado dia 25 de Janeiro que visam moderar e restringir a entrada de massiva de imigrantes extra-europeus no seu território.

De acordo com a informação disponível, as autoridades dinamarquesas passam a ter permissão para revistar bagagens e confiscar bens e objectos de valor acima dos 1300€ aos imigrantes, para além dos “refugiados” passarem a poder chamar os filhos dos países de origem apenas ao fim de 3 anos, e os imigrantes da Síria disporem de apenas um ano de protecção.

De acordo com um comunicado que é público, o governo dinamarquês apenas está a exigir aos imigrantes que financiem o Estado Social, como qualquer autóctone já o faz.

Este conjunto de medidas representa uma resistência e um exemplo a seguir para outros povos da Europa que estão a sofrer com os malefícios de uma invasão sem controlo.

A nossa – e vossa – associação tem um grupo de trabalho que está a preparar documentação sobre este assunto, com vista à formalização de uma proposta pública sobre esta problemática, adaptada à realidade nacional, e que será veiculada no momento oportuno. A nossa missiva à embaixada tem também como objectivo obter dados concretos sobre a fundamentação da proposta dinamarquesa, que constituirão certamente uma mais-valia para o documento que estamos a produzir.

Resta dizer que em Portugal, como é já costume, os nossos deputados levaram este assunto para a AR, passando a ideia (através da comunicação social a eles submetida) que os portugueses que lá trabalham estariam “em risco” e que poderiam ficar sem as suas poupanças – um disparate e uma estratégia de contra-informação sem qualquer fundamento. Uma triste figura.

Parabéns Dinamarca!

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