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Manifesto Europa – Europeias 2019

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Em Maio de 2019 realizar-se-ão as eleições para o parlamento europeu, para as quais os partidos políticos já se preparam nas diversas “reentrés” deste mês de Setembro.

Infelizmente, em Portugal, por calculismo político, interesses pessoais/partidários ou mesmo ignorância, encara-se este sufrágio como uma eleição de segundo plano, em que não poucas vezes as forças político-partidárias envolvidas poluem o debate político sobre a Europa com questões puramente internas, e colocam candidatos de segunda escolha como cabeças-de-lista.

Na verdade, é na Europa que se define boa parte do nosso futuro e onde se esboçam princípios gerais que, posteriormente, cada Estado tem de adaptar à sua realidade, na medida do possível.

A Portugueses Primeiro não irá a votos, mas como grupo de cidadãos livres, elegemos um conjunto de pontos-chave que gostaríamos de ver debatidos e defendidos pelos partidos que irão a sufrágio.

Este Manifesto não é, nem pretende ser, um programa político ou um documento fechado, mas sim um ponto de partida em que lançamos questões que acreditamos serem essenciais para o nosso desenvolvimento.

Todos os pontos que aqui figuram estão devidamente fundamentados. Chamamos a vossa especial atenção para questões tão importantes como a Ferrovia, a Comissão do Futuro, e a PESCO.

Portugueses Primeiro!

Economia

Redução de impostos para pequenas e médias empresas, privilegiando assim os negócios familiares e locais. Redução da complexidade burocrática.

Fortalecimento do investimento público útil, nomeadamente no ensino, na saúde e na justiça, por forma a que o cidadão comum possa ter acesso a estes serviços públicos essenciais, com a qualidade devida e compatível face ao dinheiro despendido pelos contribuintes. Forte aposta nas creches públicas, abono de família, e outros benefícios sociais para as famílias que abraçam a natalidade.

Defesa de uma nova política económica virada para a exportação. Portugal é o único país europeu que exporta somente 40% do PIB, quando os outros países da nossa dimensão exportam entre 60% e 105% . Um dos pilares para esse desenvolvimento passará pela aposta na ferrovia, para um transporte de mercadorias rápido, moderno, económico e ecológico, adaptado à nossa realidade. Erradamente, os nossos governantes têm apostado no desenvolvimento da ferrovia sob bitola ibérica, isolando-nos, eliminando a possibilidade de comboios de outros países europeus entrarem em Portugal e beneficiarem de exportações e importações nacionais com os melhores preços, e tornando-nos totalmente dependentes de Espanha para as nossas transacções por essa via. Simultaneamente, o governo entrega o transporte interno de mercadorias à MEDWAY, empresa monopolista que tem 90% do mercado interno e tem assim caminho aberto para fixar os preços que bem entende. Propomos a inversão completa desta política, aproveitando o financiamento pela União Europeia, a fundo perdido, no valor de 85% dos custos para a construção de uma nova linha em bitola europeia, de Aveiro à fronteira, ligada à rede Espanhola em direcção ao centro da Europa.

Imigração

A nacionalidade herda-se, não se adquire, não se compra.

Abolição da actual lei da nacionalidade portuguesa, autêntico cavalo-de-Tróia em plena Europa, permitindo apenas que o trabalhador extra-europeu tenha visto de trabalho em Portugal caso se comprove a falta de mão-de-obra autóctone para a função. Este número de imigrantes económicos deverá ser tendencialmente residual e ter um carácter temporário. Abolição da permissão para estes trabalhadores temporários trazerem a família para o país. Abolição dos actuais fundos europeus para países que acolhem migrantes económicos (eufemisticamente conhecidos como “refugiados”) e das multas para os países que se recusam a acolhê-los. Eliminação das “lojas étnicas”, que pululam nas grandes cidades, destroem o comércio local, praticam evasão fiscal e funcionam como polos de apoio à imigração ilegal e lavagem de dinheiro.

Comissão do Futuro

De acordo com a OCDE, vão perder-se a breve trecho 13% dos empregos por causa da robotização e automatização de tarefas, apesar da possibilidade de uma parte deste valor poder ser compensado com o aparecimento de novos tipos de empregos/funções. Com base no relatório das Nações Unidas de Outubro de 2016, estima-se uma massificação apreciável da utilização de equipamentos automatizados que irão fazer desaparecer muitos empregos, nomeadamente os de mais baixas qualificações. Estes dados deitam por terra a tese de que Portugal e a Europa precisam de migrantes económicos extra-europeus para suprir necessidade laborais, visto este tipo de migrantes terem, esmagadoramente, qualificações académicas muito baixas.

O estudo e análise desta evolução na sociedade, as suas consequências imediatas, os investimentos necessários ao nível da Inteligência Artificial, as transformações que o sistema de ensino terá de sofrer para responder a essa sociedade são pontos que têm de ser trabalhados por uma equipa dedicada exclusivamente para este efeito. Para tal, propomos a criação da comissão europeia do futuro, que terá forçosamente as suas representações locais em cada um dos Estados-membro, por forma a prepararmos um novo modelo de organização política, económica, social e cultural.

Segurança

Apoiamos a criação de um mecanismo europeu comum de defesa por forma a agilizar e optimizar recursos e processos de segurança entre os vários países europeus. Como tal, apoiamos a adesão de Portugal à PESCO (Cooperação Estruturada Permanente) como membro-fundador. Defendemos no entanto que a participação dos diversos Estados neste projecto seja voluntária, respeitando assim a vontade e soberania nacionais, e que não seja permitido alocar mais do que 25% do orçamento da defesa para esta finalidade, por forma a garantir disponibilidades para investimentos nacionais.

Identidade Nacional

Todos os edifícios públicos terão de ostentar a bandeira nacional, substituindo a bandeira da UE. A Constituição deverá ser alterada por forma a incluir a noção de “prioridade nacional” e “interesse nacional” em todas as áreas. Instituição do programa Memória Nacional, que terá um carácter formativo e de enquadramento pessoal na história, costumes e tradições da nação, nomeadamente pela defesa da língua portuguesa e do ensino da história de Portugal e da Europa nas escolas e que deverá abolir todo e qualquer apoio, quer ele seja veiculado directamente pelo Estado ou através de entidades financiadas pelos contribuintes, a projectos ideológicos anti-nacionais que tenham como objectivo denegrir a nossa história, reescrevendo-a de acordo com perspectivas ideológicas desprovidas de fundamento científico.

Petição “Queremos os Nossos Bairros. Sempre!”

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No seguimento da nossa campanha “Lisboa não sejas francesa”, temos já em curso uma petição de carácter vinculativo, aprovada pelos serviços da Assembleia da República, em defesa dos bairros históricos, com as nossas propostas.

Caso concordem, solicitamos a vossa colaboração.

Esta petição é a versão online, e complementar, da recolha de assinaturas em mãos que estamos também a fazer pelos bairros históricos e tem um prazo de duração de 90 dias.

Ligação directa para a petição: https://participacao.parlamento.pt/initiatives/292

Vídeo de apresentação da petição:

“Lisboa não sejas Francesa” – acção de rua em Alfama

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No passado sábado, 7 de Julho, e no seguimento da campanha que iniciámos no 10 de Junho, alguns activistas da Portugueses Primeiro distribuíram panfletos informativos e falaram com diversos residentes, ouvindo a viva voz daqueles que ainda resistem, as suas preocupações e as ameaças que enfrentam, bem como as suas propostas para que se possa fazer algo para mudar o rumo das coisas.

Com efeito, vamos lançar, nos próximos dias, um documento, com as nossas propostas, em forma de petição com carácter legislativo.

Portugueses Primeiro!

 

 

10 de Junho de 2018 – “Lisboa não sejas Francesa” e Marcha da Nacionalidade

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No 10 de Junho de 2018 a P1º teve não duas, mas sim três acções no mesmo dia!

Pelas 11h30 iniciámos a nossa jornada com distribuição de panfletos dedicados à problemática da especulação imobiliária e ao comércio de fachada protagonizado pelas chamadas “lojas étnicas”, acção que foi acompanhada pela exibição da nossa nova faixa que recupera o apelo musical da eterna Amália Rodrigues “Lisboa não sejas Francesa”.

Diversa comunicação social, nacional e estrangeira, tem alertado para o flagelo do turismo não sustentado a que assistimos em Portugal, nomeadamente em Lisboa.

O local escolhido foi o topo do parque Eduardo VII, na parte superior da feira do livro, em frente ao jardim Amália Rodrigues.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pelas 13h00 associámo-nos a um grupo de veteranos ex-combatentes do Ultramar, que quiseram protestar contra a construção da nova mesquita em pleno Martim Moniz. Primeiro, petisco de leitão e vinho nas imediações; posteriormente, conspurcar com sangue de suíno o local onde vão ser expropriados moradores para a construção do espaço Islâmico. Recordamos que a P1º já esteve reunida em 2016 com alguns destes moradores e conhece bem o desespero destas pessoas…

A partir das 15h00, aceitando o convite que nos foi formalmente endossado, juntámo-nos à marcha da nacionalidade organizada pelo Partido Nacional Renovador.

No final, o discurso da P1º, por intermédio do dirigente Nelson Silva.

“Em primeiro lugar, em nome da P1º, quero agradecer o convite que nos foi endossado pelo Partido Nacional Renovador para integrarmos esta Marcha da Nacionalidade.

Hoje, no 10 de Junho, no Dia de Portugal, de Camões das Comunidades Portuguesas, da Raça, e dia de homenagem aos ex-combatentes que por nós todos lutaram, estamos aqui, no Martim Moniz, não a passeio, mas num acto de afirmação em nome da nossa identidade etnocultural como portugueses e como europeus.

Normalmente não valorizamos uma coisa quando ela é para nós um dado adquirido, quando está garantida; apenas quando a começamos a perder, nos apercebemos da sua falta, e  da sua importância. Ora, essa “coisa” que estamos rapidamente a perder é a nossa matriz civilizacional, tudo aquilo que nos diferencia como povo dos demais, numa amálgama de características biológicas e culturais que nos tornam únicos.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque queremos pôr fim ao negócio chorudo dos “refugiados”, que não são mais do que migrantes económicos, importados por elites que desejam aumentar exponencialmente os seus lucros, desprezando os custos sociais e económicos que estes, a prazo, representam. Esta importação de mão-se-obra alógena, de uma matriz civilacional totalmente diversa da zona, é coberta pelo (falso) manto da “solidariedade” e das “questões humanitárias”.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque sabemos que diversas regiões de Portugal estão a ser “povoadas” com estes migrantes económicos, que recebem para o efeito incentivos estatais que jamais seriam dados a portugueses.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque sabemos que diversos empresários por este país fora esfregam as mãos de satisfação com a mão-de-obra barata e desenraizada que estamos importar. Ainda esta semana, tivemos conhecimento por intermédio de um nosso associado, que uma empresa de Guimarães do sector secundário se prepara para admitir dezenas de imgrantes extra-europeus. É necessário explicar aos nossos trabalhadores que estes migrantes económicos vão, a prazo, destruir a sua capacidade reivindicativa por salários dignos, por horários justos e adequados, e pelas mais elementares regalias a que os europeus, desde há muito, conseguiram conquistar e fazem já parte dos nossos valores.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque não queremos continuar a assistir impávidos às chamadas “lojas étnicas”, que na sua maioria não passam de fachadas de redes de imigração ilegal e tráfico humano.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque já estivemos no SEF, reunidos com responsáveis, e ouvimos em 1º mão dos perigos, da irresponsabilidade da lei da nacionalidade aprovada pelo nosso governo da extrema-esquerda, a qual denunciámos já junto de diversas forças políticas europeias.

Mas mais grave que alterar a lei da nacionalidade, e distorcer a lei para facilitar a legalização de imigrantes económicos ilegais através do expediente das razões humanitárias como está a ser proposto pelo actual governo que não só carece de mandato político como muito menos têm mandato demográfico para substituir o povo português por povos não-europeus.

Este é um combate que se prevê longo, e duro. É um combate para maratonistas, e não para velocistas. Assistmos a alguns sinais exteriores positivos, como os casos da Hungria, Áustria, Dinamarca, ou mais recentemente, a Itália. O nosso dia haverá de chegar.

Portugueses Primeiro!”

Concentração em Defesa do Património Nacional – Estátua do Marechal Gomes da Costa

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Decorreu ontem, 5 de Maio, pelas 15h, uma concentração em defesa do património nacional, junto à estátua do marechal Gomes da Costa, localizada em Braga.

Esta concentração foi motivada pelo ataque cobarde, na noite de 24 para 25 de Abril, à coberta da noite, de alguns “activistas” do Bloco de Esquerda a este monumento, cobrindo-o com um manto vermelho. Posteriormente, na Assembleia Municipal de 30 de Abril, os vereadores desta força política, António Lima e Alexandra Vieira, conseguiram fazer aprovar uma recomendação no sentido de todos os monumentos e estátuas tenham uma “legenda validada cientificamente por historiadores”. É o abrir caminho para a censura, por forma a que aqueles que ocupam temporariamente o poder possam reescrever e reinventar a história, a seu bel-prazer e consoante as suas conveniências.

Jamais iremos pactuar com esta tentativa de fazer “tábua-rasa” da nossa história e de eliminação dos nossos referenciais identitários.

No dia 5 de Outubro de 2017, face à estátua do Padre António Vieira, iniciámos este combate contra estas forças anti-nacionais que, imitando alguns maus exemplos que vêm de fora, lançaram-se neste projecto de destruição dos nossos referenciais históricos. É uma luta que nos pertence e da qual não desistimos. Assim sendo, face ao acontecido na noite de 24.04, lançámos o repto para esta acção, à qual se juntaram outras organizações cívicas e cidadãos anónimos, que não quiseram deixar de dar o seu apoio a esta causa.

O nosso representante a norte, Francisco Pereira, proferiu um discurso que arrebatou os presentes.

Em seguida, deixamos algumas fotos do evento, bem como o comunicado que lançámos dias antes na nossa página oficial de Facebook.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

COMUNICADO DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESES PRIMEIRO

No dia 24 de Abril, a coberto da noite, alguns “activistas” do Bloco de Esquerda profanaram a estátua do Marechal Gomes da Costa, que há mais de 50 anos embeleza a Praça Conde de Agrolongo, em Braga. Estes elementos de extrema-esquerda afirmaram que tal acção visa “desafiar a pensar e levar os bracarenses a perceberem quem foi aquela personagem”, que, de acordo com os mesmos, representa a implantação do “fascismo” em Portugal.
À semelhança da tentativa de vandalização da estátua do P. António Vieira, frustrada por associados da Portugueses Primeiro, entre outros jovens identitários, a esquerda dirigiu agora a sua sanha destrutiva para o monumento que homenageia o herói nacional que comandou o Corpo Expedicionário Português na I Guerra Mundial. O Marechal Gomes da Costa foi também um dos protagonistas da Revolução de 28 de Maio de 1926, a qual saiu de Braga e pôs termo à balbúrdia governativa da Primeira República, em que imperavam os atentados à bomba, os assassinatos de dirigentes políticos, a repressão para com os trabalhadores que aderiam a greves, as perseguições à igreja e aos católicos em geral.
Mais a mais, a relação do Marechal Gomes da Costa com a ditadura militar durou somente um mês, uma vez que foi deposto pelo General Óscar Carmona.

A estátua do Marechal Gomes da Costa foi erigida em 1966 e trata-se de uma justa homenagem do povo de Braga a um ilustre português, fazendo este monumento parte do património histórico da cidade e do país.
Perante isto, a Associação Portugueses Primeiro denuncia a acção do Bloco de Esquerda como um atentado ao património bracarense em particular e dos portugueses em geral, património que não pode ser alvo de grosseiras manipulações ideológicas de uma esquerda que convive mal com o nosso passado e da História quer fazer tábua rasa, à semelhança dos inaceitáveis actos protagonizados pelos talibans no Afeganistão ou pelo Daesh no Iraque e Síria.
Como portugueses não nos envergonhamos do nosso passado histórico, antes pelo contrário, desejamos preservar os nossos bonitos monumentos e o nosso riquíssimo património cultural. Por essa razão no próximo dia 5 de Maio, pelas 15h, representantes da Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro irão concentrar-se junto da estátua do egrégio Marechal Gomes da Costa, na qual irão participar outras organizações patrióticas.

Portugueses Primeiro!

Eu apoio os 5 de Poitiers!

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Foto de Associação Portugueses Primeiro.

Corria o ano de 732, quando Charles Martel repeliu uma invasão islâmica durante a Batalha de Tours, salvando desta forma a França e a Europa de um mais que provável domínio islâmico. Local: a cidade de Poitiers.

Nesta mesma cidade de Poitiers começou a ser construída, em 2012, uma mesquita. Imbuída de um estilo oriental flagrante e coroada por um minarete, ela constitui claramente uma forma de provocação. Além disso, o representante da mesquita faz parte da UOIF (antena francesa da Irmandade Muçulmana), uma organização islâmica poderosa e perigosa, proibida em vários países.

Posto isto, a Generation Identitaire sentiu necessidade de denunciar o crescente número de mesquitas em França e o perigo do fenómeno da islamização galopante que simbolizam. A Outubro de 2012 um grupo de resistentes ocupou o telhado deste futuro local de culto. Infelizmente, o futuro provou a sua intuição inicial. Estes identitários manifestaram-se no local onde estava a ser construída uma mesquita. Não profanaram nenhum local sagrado uma vez que a obra não estava terminada. Fizeram uso do seu direito à liberdade de expressão, valor tão nosso europeu, e tão estranho – e incompatível – aos valores da confissão que ali se quer instalar. Resistem para defender algo seu, a sua cultura, tradição e história, solicitando apenas uma simples reciprocidade: visto que nos países árabes não se podem construir igrejas, por que razão se devem construir (e financiar) mesquitas na Europa, ainda mais em locais de notório significado histórico? Os activistas que ocuparam pacificamente o espaço (pedindo um referendo sobre a questão da imigração descontrolada e a construção de mesquitas), foram detidos, constituídos arguidos e condenados a uma multa de 40.000 euros por danos. Também foram privados dos seus direitos civis e familiares durante 5 anos (alguns deles são pais). Isto constitui a forma mais severa de sentenças neste tipo de casos. A isto acrescem os drásticos custos legais e de viagens para o tribunal.

A P1º levou a cabo uma recolha de donativos e conseguiu transferir já 300€ para os correctos destinatários.

P1º em protesto contra a exposição “Atlântico Vermelho”

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Está patente no Padrão dos Descobrimentos a exposição “Atlântico Vermelho”.

Sabe do que se trata? Mais uma pequena parte da (já extensa) campanha de culpabilização, descredibilização e diabolização do homem branco, europeu, português.

É a luta de alguns pela total eliminação das nossas referências históricas e da nossa identidade, reescrevendo e distorcendo a nossa história, de acordo com a sua agenda ideológica.

Não não poderíamos ficar quietos…

Discurso do Presidente da Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro, Rui Amiguinho:

“Está patente aqui, no Padrão dos Descobrimentos, uma exposição, intitulada “Atlântico Vermelho” da autoria de Rosana Paulino, secundada pelo alegado Historiador António Camões Gouveia, responsável pelo enquadramento histórico das temáticas da escravatura e do racismo.

A ideia em si, seria louvável, se de facto tivesse como objectivo um retrato fiel do que foi a escravatura, dos povos que a praticaram e das motivações associadas.

Mas não. Esta exposição retrata apenas uma parte muito pequena dessa estória, apresentando o europeu branco como o único e principal opressor, e o negro, africano ou brasileiro, como vítima. Ou seja: esta exposição não tem um carácter histórico, mas sim, puramente ideológico.

Por que razão este Atlântico Vermelho omite que quando os europeus brancos chegaram a África, a escravatura era já uma prática institucionalizada há séculos pelos autóctones?

Por que razão este Atlântico Vermelho omite que os europeus brancos nunca penetraram no interior deste continente: eram os próprios africanos que se escravizavam entre si, e venderam os seus próprios irmãos ao europeu, quando ele os solicitou?

Por que razão este Atlântico Vermelho omite as torturas e os horrores que árabes e berberes infligiam aos europeus brancos, e dos florescentes mercados escravos que existiram em Marrocos, Argel, Tunes ou Tripoli?

Por que razão este Atlântico Vermelho omite que foram os europeus brancos os primeiros a abolir a escravatura?
Por que razão este Atlântico Vermelho omite que, mesmo depois dos europeus brancos a abolirem, muitos outros povos continuaram a praticá-la?

E por que razão este Atlântico Vermelho omite que, ainda hoje, mais de dois séculos após o homem branco ter abolido a escravatura, ela continua a ser praticada em determinadas regiões da África e da Ásia, sem que a srª Rosana Paulino, o Dr. Camões Gouveia, e tantos outros lacaios diplomados do marxismo façam o que quer que seja sobre o assunto?

É hora de desmontar o mito.

Recusamos o revisionismo histórico que olha tendenciosamente para os factos do passado com uma lupa padronizada pela cultura vigente. A escravatura, condenável a todos os níveis, foi resultado da evolução histórica da humanidade e não pode ser analisada senão desde essa perspectiva e enquadrada dentro de um contexto sócio-cultural e das mentalidades.

Não foram os europeus os únicos opressores, foram sim opressores e oprimidos, como todos os outros povos – tal como todos os outros povos!

Não foram os europeus que inventaram a escravatura, foram sim os primeiros a aboli-la.

Portugueses Primeiro!”

 

 

 

 

 

 

 

 

Portugueses Primeiro denuncia internacionalmente nova legislação de estrangeiros

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Tal como foi noticiado, no passado dia 13 de Outubro estivemos na delegação de Lisboa do SEF reunidos com o seu director regional, a quem comunicámos a nossa solidariedade e preocupação, tendo posteriormente sido realizada uma manifestação de rua simbólica para mostrar o nosso descontentamento face à actual lei.

Dado a manifesta tentativa de silenciamento por parte da comunicação social face a este gravíssimo problema, virámo-nos para o exterior, e iniciámos já um conjunto de contactos com diversas organizações europeias, desde partidos políticos a associações civis, passando por órgãos de comunicação social, por forma a alertar para os riscos que esta nova lei acarretam, não só para Portugal como para toda a Europa.

O nosso objectivo é claro: fazer com que seja a Europa a travar a loucura, a utopia, o fanatismo e o extremismo do nosso governo. E acreditamos que vamos conseguir.

Reproduzimos em seguida o texto que estamos a enviar às organizações europeias.

Last July the Portuguese parliament approved some major changes to our Immigration Law.
Along with the changes focused on removing some barriers to the foreigners who were born in Portugal and wish to obtain the Portuguese nationality, despite their parents not being Portuguese, the Immigration law allows now any foreigner to get residence permit just by showing a “promise of work”. No matter if such “promise” is real or not or if the immigrant will have a job or not, such “promise” is the only application required! Also, another appalling point: even if a foreigner has a criminal record he is free to enter and to live in Portugal – and he can not be expelled!

Unfortunately the bad news do not end here. Our Service of Foreigners and Customs, the responsible entity to control the flux of immigration, issued a formal position about this law, opposing to it, because the risks it involves to our country’s security. The Portuguese government, a socialist executive supported by the Communist Party and a Trotskyst Party, decided to silence this entity and fired its National Chairman on October 4th. Result: according to recent official statistics, thousands have asked for entrance in these last 3 months and our Service of Foreigners and Customs, lacking of human resources, have no way of filtering these requests!

This could be just a Portuguese problem if all our borders were closed, but they are not. This law transformed Portugal in Europe’s Trojan Horse, and soon it will affect all Europe, worsening the already serious situation concerning uncontrolled immigration and terrorism.

On October 13th representatives of our association visited this Service and had a meeting with the Regional Chairman. Also, we made a street demonstration in order to showing our discontent.

Unfortunately Portuguese mainstream media opted to remain in silence. As so and considering this is a serious issue for all Europe, we ask you to spread this data and force your own country to make pressure on our government. By doing that you will not only help Portuguese people, but you will help whole Europe. Europe cannot be some kind of Noah’s Ark. Europe must reject this suicidal population replacement issued by liberals and marxists.

Trully Yours,
The Portuguese People First Association President,
Rui Amiguinho