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10 de Junho de 2018 – “Lisboa não sejas Francesa” e Marcha da Nacionalidade

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No 10 de Junho de 2018 a P1º teve não duas, mas sim três acções no mesmo dia!

Pelas 11h30 iniciámos a nossa jornada com distribuição de panfletos dedicados à problemática da especulação imobiliária e ao comércio de fachada protagonizado pelas chamadas “lojas étnicas”, acção que foi acompanhada pela exibição da nossa nova faixa que recupera o apelo musical da eterna Amália Rodrigues “Lisboa não sejas Francesa”.

Diversa comunicação social, nacional e estrangeira, tem alertado para o flagelo do turismo não sustentado a que assistimos em Portugal, nomeadamente em Lisboa.

O local escolhido foi o topo do parque Eduardo VII, na parte superior da feira do livro, em frente ao jardim Amália Rodrigues.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pelas 13h00 associámo-nos a um grupo de veteranos ex-combatentes do Ultramar, que quiseram protestar contra a construção da nova mesquita em pleno Martim Moniz. Primeiro, petisco de leitão e vinho nas imediações; posteriormente, conspurcar com sangue de suíno o local onde vão ser expropriados moradores para a construção do espaço Islâmico. Recordamos que a P1º já esteve reunida em 2016 com alguns destes moradores e conhece bem o desespero destas pessoas…

A partir das 15h00, aceitando o convite que nos foi formalmente endossado, juntámo-nos à marcha da nacionalidade organizada pelo Partido Nacional Renovador.

No final, o discurso da P1º, por intermédio do dirigente Nelson Silva.

“Em primeiro lugar, em nome da P1º, quero agradecer o convite que nos foi endossado pelo Partido Nacional Renovador para integrarmos esta Marcha da Nacionalidade.

Hoje, no 10 de Junho, no Dia de Portugal, de Camões das Comunidades Portuguesas, da Raça, e dia de homenagem aos ex-combatentes que por nós todos lutaram, estamos aqui, no Martim Moniz, não a passeio, mas num acto de afirmação em nome da nossa identidade etnocultural como portugueses e como europeus.

Normalmente não valorizamos uma coisa quando ela é para nós um dado adquirido, quando está garantida; apenas quando a começamos a perder, nos apercebemos da sua falta, e  da sua importância. Ora, essa “coisa” que estamos rapidamente a perder é a nossa matriz civilizacional, tudo aquilo que nos diferencia como povo dos demais, numa amálgama de características biológicas e culturais que nos tornam únicos.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque queremos pôr fim ao negócio chorudo dos “refugiados”, que não são mais do que migrantes económicos, importados por elites que desejam aumentar exponencialmente os seus lucros, desprezando os custos sociais e económicos que estes, a prazo, representam. Esta importação de mão-se-obra alógena, de uma matriz civilacional totalmente diversa da zona, é coberta pelo (falso) manto da “solidariedade” e das “questões humanitárias”.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque sabemos que diversas regiões de Portugal estão a ser “povoadas” com estes migrantes económicos, que recebem para o efeito incentivos estatais que jamais seriam dados a portugueses.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque sabemos que diversos empresários por este país fora esfregam as mãos de satisfação com a mão-de-obra barata e desenraizada que estamos importar. Ainda esta semana, tivemos conhecimento por intermédio de um nosso associado, que uma empresa de Guimarães do sector secundário se prepara para admitir dezenas de imgrantes extra-europeus. É necessário explicar aos nossos trabalhadores que estes migrantes económicos vão, a prazo, destruir a sua capacidade reivindicativa por salários dignos, por horários justos e adequados, e pelas mais elementares regalias a que os europeus, desde há muito, conseguiram conquistar e fazem já parte dos nossos valores.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque não queremos continuar a assistir impávidos às chamadas “lojas étnicas”, que na sua maioria não passam de fachadas de redes de imigração ilegal e tráfico humano.

Este acto de afirmação que hoje aqui personificamos é um grito de revolta porque já estivemos no SEF, reunidos com responsáveis, e ouvimos em 1º mão dos perigos, da irresponsabilidade da lei da nacionalidade aprovada pelo nosso governo da extrema-esquerda, a qual denunciámos já junto de diversas forças políticas europeias.

Mas mais grave que alterar a lei da nacionalidade, e distorcer a lei para facilitar a legalização de imigrantes económicos ilegais através do expediente das razões humanitárias como está a ser proposto pelo actual governo que não só carece de mandato político como muito menos têm mandato demográfico para substituir o povo português por povos não-europeus.

Este é um combate que se prevê longo, e duro. É um combate para maratonistas, e não para velocistas. Assistmos a alguns sinais exteriores positivos, como os casos da Hungria, Áustria, Dinamarca, ou mais recentemente, a Itália. O nosso dia haverá de chegar.

Portugueses Primeiro!”