P1º em protesto contra a exposição “Atlântico Vermelho”

Está patente no Padrão dos Descobrimentos a exposição “Atlântico Vermelho”.

Sabe do que se trata? Mais uma pequena parte da (já extensa) campanha de culpabilização, descredibilização e diabolização do homem branco, europeu, português.

É a luta de alguns pela total eliminação das nossas referências históricas e da nossa identidade, reescrevendo e distorcendo a nossa história, de acordo com a sua agenda ideológica.

Não não poderíamos ficar quietos…

Discurso do Presidente da Associação de Iniciativa Cívica Portugueses Primeiro, Rui Amiguinho:

“Está patente aqui, no Padrão dos Descobrimentos, uma exposição, intitulada “Atlântico Vermelho” da autoria de Rosana Paulino, secundada pelo alegado Historiador António Camões Gouveia, responsável pelo enquadramento histórico das temáticas da escravatura e do racismo.

A ideia em si, seria louvável, se de facto tivesse como objectivo um retrato fiel do que foi a escravatura, dos povos que a praticaram e das motivações associadas.

Mas não. Esta exposição retrata apenas uma parte muito pequena dessa estória, apresentando o europeu branco como o único e principal opressor, e o negro, africano ou brasileiro, como vítima. Ou seja: esta exposição não tem um carácter histórico, mas sim, puramente ideológico.

Por que razão este Atlântico Vermelho omite que quando os europeus brancos chegaram a África, a escravatura era já uma prática institucionalizada há séculos pelos autóctones?

Por que razão este Atlântico Vermelho omite que os europeus brancos nunca penetraram no interior deste continente: eram os próprios africanos que se escravizavam entre si, e venderam os seus próprios irmãos ao europeu, quando ele os solicitou?

Por que razão este Atlântico Vermelho omite as torturas e os horrores que árabes e berberes infligiam aos europeus brancos, e dos florescentes mercados escravos que existiram em Marrocos, Argel, Tunes ou Tripoli?

Por que razão este Atlântico Vermelho omite que foram os europeus brancos os primeiros a abolir a escravatura?
Por que razão este Atlântico Vermelho omite que, mesmo depois dos europeus brancos a abolirem, muitos outros povos continuaram a praticá-la?

E por que razão este Atlântico Vermelho omite que, ainda hoje, mais de dois séculos após o homem branco ter abolido a escravatura, ela continua a ser praticada em determinadas regiões da África e da Ásia, sem que a srª Rosana Paulino, o Dr. Camões Gouveia, e tantos outros lacaios diplomados do marxismo façam o que quer que seja sobre o assunto?

É hora de desmontar o mito.

Recusamos o revisionismo histórico que olha tendenciosamente para os factos do passado com uma lupa padronizada pela cultura vigente. A escravatura, condenável a todos os níveis, foi resultado da evolução histórica da humanidade e não pode ser analisada senão desde essa perspectiva e enquadrada dentro de um contexto sócio-cultural e das mentalidades.

Não foram os europeus os únicos opressores, foram sim opressores e oprimidos, como todos os outros povos – tal como todos os outros povos!

Não foram os europeus que inventaram a escravatura, foram sim os primeiros a aboli-la.

Portugueses Primeiro!”

 

 

 

 

 

 

 

 

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