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5 de Outubro de 1143: Celebração de Portugal e… Auto-defesa contra os Racistas anti-Portugueses!

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5 de Outubro de 1143: assinado o Tratado de Zamora, diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela, sendo esta considerada por muitos como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina. Pode-se dizer que esta conferência foi o desfecho da outra realizada em Tui no ano de 1137, na qual já tinha sido assinada uma Paz. Esta seria certamente razão mais do que suficiente para irmos para a rua, mas a verdade é que, entretanto, “outros valores se levantaram”.

Na semana que antecedeu esta efeméride tivemos conhecimento que um grupo de extremistas do Bloco de Esquerda tencionava realizar uma actividade intitulada “Descolonizando”, a qual, diziam, pretendia denunciar o esclavagismo e colonialismo praticado pelos portugueses, agora louvado através da recém-inaugurada estátua do Padre António Vieira, no Largo Trindade Coelho, em Lisboa.

Cientes das reais intenções destes sujeitos – denegrir a Igreja Católica e incutir um sentimento de culpa nos portugueses – vários activistas da Associação Portugueses Primeiro, juntamente com membros da Associação Escudo Identitário e outros cidadãos, antecipámos-nos aos extremistas de esquerda, na sua maioria, como pudemos constatar, brasileiros e africanos, entre os quais o dirigente do hipócrita grupúsculo SOS Racismo, Mamadou Ba, ele próprio um senegalês sem ligações históricas ou familiares com Portugal, e ocupámos o perímetro frente à estátua, para desespero histérico dos racistas anti-portugueses que prontamente se queixaram aos agentes de autoridade presentes no local, que, por impeditivo legal, não puderam fazer nada, pelo facto da nossa presença ali obedecer aos direitos consagrados na constituição da república.

Assim, aquela que deveria ser uma manifestação de puro ódio anti-português não teve lugar e a dúzia de esquerdopatas, após perceberem que não abandonaríamos o local, optaram por debandar.

Nós, P1, reiteramos o compromisso de zelar pela nossa gloriosa memória histórica e afirmamos que estaremos atentos perante todas as actividades anti-nacionais e tudo faremos para as impedir. Não temos vergonha do nosso património histórico e identitário e não temos de pedir quaisquer desculpas retroactivas por acontecimentos passados.

Portugal é dos Portugueses! A Nossa Terra é Nossa!
Portugueses Primeiro!

Fica um pequeno registo gráfico e chamamos a atenção para a última fotografia, onde se percebe quem queria hoje destilar ódio anti-português em plena Lisboa.